quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

A História do paganismo, da idolatria e do natal

A História do paganismo, da idolatria e do natal

NATAL: A HISTORIA QUE NÃO FOI CONTADA!

Fonte: site da Videira: www.videirario.com.br

Dizem os historiadores, que “quem não conhece a história corre o risco de cometer os mesmos erros do passado”. Por isso, é que devemos nos reportar ao passado, para conhecermos a verdade acerca de um tema tão importante como é o NATAL.

Quando o vidente João, na ilha de Pátimos, teve essa revelação, possivelmente ele não imaginava que a igreja chegaria ao ponto de contaminação que chegou. Hoje nós vivemos um cristianismo mesclado com a falsa religiosidade babilônica. E a comemoração do Natal é uma prova nítida dessa influência pagã no seio da igreja.
Eu oro para que você receba esse estudo com a mente e o coração abertos, pedindo ao Espírito Santo que o ajude a andar de conformidade com as Sagradas Escrituras.Eu tenho plena certeza de que, quando a verdade entrar no seu coração, você receberá a testificação dos céus e desfrutará de paz e alegria no seu espírito.

Parte 1
COMO TUDO COMEÇOU...

Em Gênesis 11.2 está escrito que logo após o dilúvio, quando os homens começaram a se espalhar novamente, acharam um vale na terra de Sinar, onde habitaram. Foi justamente nesta terra de Sinar, que uma cidade foi edificada e recebeu o nome de Babilônia, onde depois ficou conhecida também como Mesopotâmia.

NIMROD(ou Ninrode) - TAMUZ E SEMÍRAMIS: A Origem da Idolatria
O local onde foi edificada a cidade da Babilônia era uma terra muito produtiva, mas havia um sério problema, entre outros, que ameaçava os seus moradores. Constantemente, animais selvagens atacavam os habitantes, espalhando medo e insegurança na cidade. De forma, que o maior anseio do povo, era obter segurança e proteção. Mas quem poderia oferecer?
Em Gênesis 10.8,9. a Bíblia diz que Ninrode se tornou poderoso sobre a terra, e era um poderoso caçador diante do Senhor. E foi justamente ele quem se propôs a suprir a necessidade de proteção daquele povo, ganhando cada vez mais respeito e devoção de todos.

Muito inteligente e corajoso. Ninrode foi se tornando cada vez mais famoso no meio daquela civilização. E com tanto prestígio que tinha, montou um novo sistema de proteção: ao invés de lutar contra os animais selvagens, organizou as pessoas em cidades e circundou as cidades com muros de proteção. E quanto mais atuava entre o povo mais respeito ganhava, até que resolveu transformar as cidades organizadas em um reino. E foi o que fez. Ninrode organizou o primeiro reino mencionado na Bíblia, que se chamava Babel conforme podemos constatar em Gênesis 10.10: “O principio do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinear”.

Ninrode era neto de Cão, filho de Noé, e foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo - Sistema de Competição Organizado - de impérios e governos pelo homem, baseado no sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode não apenas construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, como a antiga Nínive e muitas outras cidades.
Conforme escreveu Ralph Woodrow, em sua obra Babilônia a Religião dos Mistérios, «sejam quais forem os melhoramentos que tenham sido feitos por Ninrode, devem ter sido bons e corretos, mas Ninrode foi um governante iníquo. O nome Nimrod vem de marad e significa “ele se rebelou”, A expressão de que ele foi um poderoso “diante” do Senhor pode trazer um significado hostil da palavra “diante”, sendo algumas vezes utilizada como significando “contra” o Senhor. A Jewish Encyclopedia diz que Ninrode foi “aquele que fez todo o povo rebelar-se contra Deus”.

Ninrode era tão perverso que se diz que ele casou-se com a própria mãe Semíramis.

O notável historiador Josefo escreveu: “Agora, foi Ninrode que excitou a tal afronta e contenda contra Deus... Ele também gradualmente mudou o governo, levando-o à tirania, não vendo qualquer outra maneira de desviar homens do temor de Deus... as multidões estavam muito prontas a seguir as determinações de Ninrode... eles construíram uma torre, não medindo sofrimentos, nem sendo em nenhum grau negligentes a respeito da obra: e, por causa da multidão de mãos empregadas nela, ela cresceu, ficando muito alta... O lugar onde eles edificaram a torre é agora chamado Babilônia”.

Alexandre Hislop, autor de “As Duas Babilônias” baseado em pesquisas e diversas informações históricas, descreve com detalhes como a religião babilônica se desenvolveu em torno das tradições concernentes a NIMROD, sua esposa SEMIRAMIS, e seu filho, TAMUZ.

“Quando Ninrode morreu, de acordo com as antigas narrativas, seu corpo foi cortado em pedaços, queimado e enviado a várias áreas. Após a sua morte, que foi grandemente pranteada pelo povo babilônico, sua esposa Semíramis reivindicou que ele agora era o deus-sol. Mais tarde, quando deu à luz a seu filho Tamuz reivindicou que este filho Tamuz era seu herói Ninrode renascido. A mãe de Tamuz havia provavelmente escutado a profecia do messias que viria a ser nascido de uma mulher, pois esta verdade era conhecida desde os tempos de Adão. Ela reivindicou que seu filho fora concebido de maneira sobrenatural, e que era a semente prometida, ou “salvador”. Na religião que se originou daí, contudo, não somente o filho foi adorado, mas a mãe também passou a ser adorada”.

Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na “Rainha do Céu” dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no “Divino Filho do Céu”. Por gerações neste culto idólatra, Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol. Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou mais tarde, a “Virgem e o menino”(isto é, Semíramis e Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração. Esta veneração da “virgem e o menino” espalhou-se pelo mundo afora, mudando de nome em cada país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete encontra-se o equivalente da Madona (minha dona ou_minha_senhora), muito antes do nascimento de Jesus Cristo!

Este sistema de idolatria espalhou-se da Babilônia para as nações, pois foi desta localização que os homens foram espalhados por sobre a face da terra, conforme a descrição de Gênesis 11.9: “chamou-se-lhe, por isso, o nome de Babel, porque ali confundiu o Senhor a linguagem de toda a terra e dali o Senhor os dispersou por toda a superfície dela”.

Só que para onde iam os moradores da Babilônia, levavam consigo as práticas do culto pagão de adoração a Semíramis e a Tamuz.

Citado por Rralph Woodrow, Layard em sua obra Nínive e seus Remanescentes declara que temos o testemunho conjunto da história sacra e profana que a idolatria originou-se na área da Babilônia — o mais antigo dos sistemas religiosos.

Quando Roma tornou-se império mundial, é fato conhecido que ela assimilou dentro do seu sistema os deuses e religiões dos vários paises pagãos que dominava. Desde que a Babilônia era a fonte de paganismo desses paises, podemos ver como a religião primitiva da Roma Pagã não era outra senão o culto babilônico que havia se desenvolvido e tomado várias formas e nomes diferentes nos países para os quais foram.
Yeshua HaMashiac, o verdadeiro filho de Deus, veio ao mundo fisicamente, no período em que Roma dominava o mundo. Ele nasceu, viveu, morreu e ressuscitou, instaurando uma nova era, a era da graça de Deus, e deixando-nos seus ensinos que mais tarde foram escritos por seus discípulos e apóstolos. Mas por causa da conveniência de homens que estavam mais preocupados em agradar aos homens do que a Deus, muitos dos ensinos de Jesus foram contaminados pelo paganismo babilônico.

Mesmo nos tempos do Apóstolo Paulo, já havia tentativas de se fundir o cristianismo com o paganismo, pois o Apóstolo escreve em Tessalonicenses 2.3,7, que já naquele tempo “o mistério da iniqüidade”estava operando.

Infelizmente, foi isso que aconteceu. O cristianismo nasceu em Jerusalém, mas Roma, catalisadora das religiões pagãs, que têm origem na Babilônia como vimos, foi aos poucos mesclando a mensagem pura com práticas religiosas antigas.

O Cristianismo viveu dois momentos distintos. O primeiro foi o período da perseguição, quando imperadores romanos ordenaram que os cristãos fossem presos, lançados às feras, queimados vivos, crucificados e sujeitos a todo tipo de tortura, conforme podemos ver no livro de Atos dos Apóstolos. E sabe qual era o principal motivo dessa perseguição? A determinação dos cristãos em não aceitar os costumes e crenças idólatras adotadas pelos romanos. O segundo momento aconteceu no século IV, quando o então Imperador romano Constantino, professou sua conversão ao cristianismo.. Ele deu ordens para que cessassem todas as perseguições. E “cristianizou” todo o império, a começar por seu exército.

A partir daquele momento, os bispos receberam honrarias. A igreja começou a receber reconhecimento e poderes políticos. Mas por tudo isso, um grande preço teve que ser pago! Muitos compromissos foram feitos com o paganismo. Em lugar da igreja ser separada do sistema que operava, ela se tornou parte do sistema. O imperador mostrando favor, exigiu um lugar de liderança na igreja; pois no paganismo os imperadores eram tidos como deuses. Daí em diante, misturas por atacado foram feitas do paganismo com o cristianismo, especialmente em Roma.

Todo esse pano de fundo, é para nos ajudar a entender como a celebração do natal, em 25 de dezembro entrou em cena com costumes e formas adotadas do paganismo babilônico, onde Roma, foi apenas uma ponte para a propagação.

Parte 2
A Origem do Natal
Jesus Nasceu Mesmo no Dia 25 de Dezembro?

De onde veio a idéia de 25 de dezembro como a data do nascimento de Jesus Cristo? Será que essa data era observada pelos cristãos primitivos? Vejamos o que nos diz Ralph Woodrow:

“Uma análise da palavra “Christimas” (Natal em Inglês), indica que ela é uma mistura. Embora ela inclua o nome de Cristo, também menciona a “Missa”. Quando consideramos todas as elaboradas cerimônias, orações pelos mortos, rituais de transubstanciação, e complicados rituais da Missa Católica Romana, pode alguém realmente ligar isto com o Jesus histórico dos Evangelhos? Como Paulo, tememos que alguns tenham sido corrompidos “da simplicidade que está em Cristo” (II Co. 11.3) por causa da influência pagã sobre tais coisas como a Missa. Olhando desta maneira, a palavra, “Christimas”(Missa de Natal) se contradiz a si mesma.

Quanto à verdadeira data do nascimento de Cristo, é de se duvidar de 25 de dezembro. Quando Jesus nasceu, “havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam durante as vigílias da noite seu rebanho” (Lc.2.8). Os pastores na Palestina não ficavam nos campos durante a metade do inverno! Adam Clarke tem escrito, “Como esses pastores ainda não haviam trazido seus rebanhos para casa, é um argumento presumível que outubro ainda não havia começado, e que, conseqüentemente, nosso Senhor não nasceu em 25 de dezembro, quando não havia qualquer rebanho nos campos... Neste mesmo sentido a natividade em dezembro deveria ser descartada.”

Os pastores recolhiam os rebanhos das montanhas e dos campos e colocavam-nos no curral no mais tardar até o dia 15 de outubro, para protegê-los do frio e da estação chuvosa que se seguia.

Veja que a própria Bíblia fornece provas, em Cantares de Salomão 2:11 e em Esdras 10:9-13, de que o inverno era uma estação chuvosa, não permitindo aos pastores permanecerem ao ar livre nos campos durante a noite.

“Durante a época da Páscoa (começo da primavera) era costume antigo dos judeus daqueles dias levarem as ovelhas aos campos e desertos, e recolhê-las ao começo das primeiras chuvas”, afirma Adam Clarke no seu Commentary, (vol. 5, pág. 370, edição de New York).

A seguir esta mesma autoridade declara: “Os pastores cuidavam dos seus rebanhos dia e noite durante todo o tempo que permaneciam fora...” as primeiras chuvas começavam no princípio do mês de “Marchesvan”, que corresponde a parte dos meses de outubro e novembro do nosso calendário (começa às vezes em outubro). Descobrimos, que as ovelhas estavam nos campos ao ar livre durante todo o verão. Assim, para que haja coerência com o texto bíblico, temos que aceitar que em 25 de dezembro jamais poderia ser a data do nascimento físico do nosso Salvador.

Qualquer enciclopédia ou outra autoridade, poderá lhe dizer que Cristo não nasceu no dia 25 de dezembro. A enciclopédia Católica francamente testifica este fato.
Enquanto a Bíblia não fala expressamente da data do nascimento de Jesus, existem outras indicações de que foi provavelmente no Outono que isto aconteceu.

Analisemos os seguintes fatos: Sabemos que Jesus foi crucificado na Primavera, no tempo da Páscoa (João 18.39). Figurando seu ministério como tendo durado três anos e meio, isto coloca o inicio do seu ministério no Outono. Naquele tempo, ele estava com quase 30 anos de idade (Lc.3.23), a idade reconhecida para um homem tomar-se um ministro oficial de acordo com o Velho Testamento, conforme Números 4.23. Se ele completasse trinta anos no Outono, então, seu dia natalício era no Outono, trinta anos antes.

Há ainda outras indicações que sustentam o nascimento do Messias no outono. Ao tempo do nascimento, José e Maria tinham ido a Belém para serem recenseados (Lc.2.1-5).

Não existem registros para indicar que a metade do inverno era o tempo de recenseamento. Um tempo mais lógico do ano teria sido no Outono, no fim da colheita. Se fosse este o caso, teria sido o período para a Festa dos Tabernáculos em Jerusalém o que poderia explicar porque Maria foi com José (Lc.2.4 1). Isto também explicaria porque até mesmo em Belém “Não havia lugar na hospedaria” (Lc.2.7). De acordo com o historiador Josefo, Jerusalém era normalmente uma cidade de 120.000 habitantes, mas durante as festas, algumas vezes chegava a ter 2.000.000 de judeus reunidos. Tais vastas multidões não somente enchiam Jerusalém, mas as cidades circunvizinhas também, incluindo Belém, que ficava somente a cinco milhas do Sul. Se a viagem de Maria e José fosse na realidade para estar na festa, como também para serem recenseados, isto colocaria o nascimento de Jesus no Outono do ano.

Não é essencial que saibamos a data exata na qual Cristo nasceu — sendo uma coisa principal, é claro que ele nasceu! Os cristãos primitivos comemoravam a morte de Cristo (1 Co. 11.26), não seu nascimento. A Enciclopédia Católica diz:

“O Natal não estava entre os mais primitivos festivais da igreja. Irineu e Tertuliano omitiram isto de suas listas de festas”.

Mais tarde, quando as igrejas em vários lugares começaram a celebrar o nascimento de Cristo, havia muita diferença de opinião quanto à data correta. Somente, na última parte do quarto século, é que a igreja Romana começou a observar o 25 de dezembro. Ainda assim, em torno do quinto século, estava sendo ordenado que o nascimento de Cristo fosse para sempre observado nesta data, muito embora este fosse o dia da antiga festa pagã romana do nascimento do Sol, um dos nomes do deus adorado.

Diz Frazer, “O maior culto pagão religioso que colocava a celebração em 25 de dezembro como um feriado tanto no mundo romano como grego, era a adoração do sol, que era pagã - o Mitraísmo.... Este Festival de Inverno era chamado “a Natividade”.

A “Natividade do SOL”. Será que este festival pagão foi responsável pelo dia 25 de dezembro ter sido escolhido pela igreja Romana? Deixemos a Enciclopédia Católica responder:

“A bem conhecida festa solar do Natalis Invicti”- a Natividade do Sol Inconquistado - celebrada no dia 25 de dezembro, tem uma forte indicação sobre a responsabilidade em relação à nossa data de dezembro”!

Como os costumes pagãos solares estavam sendo “cristianizados” em Roma, compreende-se que confusão resultaria. Alguns pensaram que Jesus era o Sol, o deus solar! Tertuliano, segundo a enciclopédia Católica, teve que assegurar que o Sol não era o Deus dos cristãos; Agostinho denunciou a identificação herética de Cristo com o Sol. O papa Leão I amargamente reprovou os ressurgimentos solares — cristãos, nas próprias escadarias da basílica dos apóstolos, virando-se para adorar o sol nascente.

"E levou-me para o átrio interior da casa do SENHOR, e eis que estavam à entrada do templo do SENHOR, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do SENHOR, e com os rostos para o oriente; e eles, virados para o oriente adoravam o sol. Então me disse: Vês isto, filho do homem? Há porventura coisa mais leviana para a casa de Judá, do que tais abominações, que fazem aqui? Havendo enchido a terra de violência, tornam a irritar-me; e ei-los a chegar o ramo ao seu nariz" Ez8,16-17

O festival de inverno era muito popular nos tempos antigos. Na Roma e Grécia pagãs, nos dias dos bárbaros teutônicos, nos remotos tempos da antiga civilização egípcia, na infância da raça, a Leste, Oeste, Norte e Sul, o período do solstício de inverno era sempre um período de júbilo e de festas. Desde que esta estação era tão popular, ela foi adotada como o tempo do nascimento de Cristo pela igreja romana.

A Enciclopédia Britânica sustenta o argumento da influência pagã sobre o cristianismo: “A partir do ano 354, alguns latinos, possivelmente, transferiram o dia de nascimento de Cristo, de 6 de janeiro para 25 de dezembro, quando se realizava uma festa mitraísta... ou nascimento do Sol invicto... Os sírios e os armênios, que se prenderam a data de 06 de janeiro, acusavam os romanos de idólatras e adoradores do Sol, alegando... que a festa de 25 de dezembro tinha sido inventada pelos discípulos de Corinto”.

Vejamos o que diz a Enciclopédia Católica, edição inglesa, sob o título “Natal”.

“O Natal não era considerado entre as primeiras festas da Igreja... Os primeiros indícios da festa provém do Egito. Os costumes pagãos ocorridos durante o início de Janeiro lentamente modificaram-se na festa do Natal”.

A Enciclopédia Britânica edição de 1946, afirma: “O Natal não era contado nas primeiras festas da Igreja...” “Não foi Instituída por Cristo, nem pelos apóstolos, nem por autoridades bíblicas. Foi adquirida mais tarde do paganismo.

Observe agora o que diz a Enciclopédia Americana, edição 1944: “O Natal...não foi, de acordo com muitas autoridades no assunto, celebrado nos primeiros séculos da Igreja Cristã, porque o costume cristão, em geral era celebrar a morte de pessoas importantes em vez do nascimento. A “comunhão’, instituída por autoridade bíblica no Novo Testamento, é o memorial desse acontecimento (Isto é, o nascimento de Cristo). No século V, a Igreja Ocidental deu ordem, para que fosse celebrada para sempre no dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do Sol, porque não se conhecia ao certo o dia do nascimento de Cristo.”

Agora veja! Estas reconhecidas autoridades históricas mostram que o Natal não foi observado pelos primeiros cristãos, durante os primeiros duzentos ou trezentos anos desta era - um período maior do que a história inteira do Brasil como uma República independente! Essa celebração foi absorvida na Igreja Ocidental, ou Romana, durante o século IV da era cristã e mais ainda a partir do século V quando a Igreja Romana ordenou que se comemorasse oficialmente como uma festividade cristã!

A New Schaff-herzog Enciclopédia of Religious Knowledge (Enciclopédia de conhecimentos religiosos) explica-o claramente no seu artigo sobre o “Natal”: “Não se pode determinar com precisão até que ponto a data da festividade dependia da brumária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o Novo Sol”... As festividades pagãs, Saturnália( Festival de Inverno, no qual os romanos durante sete dias em culto de adoração ao deus Sol, se despedia do inverno) e Brumária (comemoração da chegada do primeiro verão) estavam profundamente arraigadas nos costumes populares para serem abandonadas pela influência cristã... A festividade paga acompanhada de bebedices e orgias, agradavam tanto que os cristãos viram com agrado uma desculpa para continuar a celebrá-la em grandes alterações no espírito e na forma. Pregadores cristãos do Ocidente e do Oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã.

Este mesmo artigo da enciclopédia Shaff-Herzog de conhecimentos religiosos, explica como a aprovação dada por Constantino do domingo, dia em que os pagãos adoravam o Sol, e como a influência do maniqueísmo pagão que identificava o filho de Deus como o Sol físico, proporcionou a esses pagãos do século IV, agora “convertidos” em massa ao “cristianismo” o pretexto necessário para chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do deus-Sol) de dia do nascimento do filho de Deus.

No Egito sempre se acreditava que o filho de Isis (nome egípcio da “Rainha do Céu”) nascera em 25 de dezembro. O mundo pagão celebrava essa famosa data de nascimento, na maior parte do mundo conhecido de então, muitos séculos antes do nascimento de Cristo. O próprio Jesus, os apóstolos e a igreja nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época. Na Bíblia não há mandamento ou instrução alguma para celebrar, todavia somos ordenados a lembrar sim de sua morte e ressurreição que nos proporcionou a vida (I Co. 11:24-26; Jo. 13:14-17).

Portanto os antigos “Mistérios Caldeus” idólatras iniciados pela esposa de Ninrode, têm sido transmitidos de geração em geração pelas religiões pagãs e continua sob novos nomes de aparência Cristã.

A festa do Natal foi instituída oficialmente pelo bispo romano Libério no ano 354. Na verdade, a data de 25 de dezembro, diz a Enciclopédia Britânica do Brasil, não se deve a um estrito aniversário cronológico, mas sim à substituição, como motivos cristãos, das antigas festas pagãs. As alusões dos padres da igreja ao simbolismo de Cristo como sol de justiça (Ml. 4.2) e luz do mundo (Jo. 8.12), e as primeiras celebrações da festa na colina vaticana — onde os pagãos tributavam homenagem às divindades do Oriente — expressam o sincretismo da festividade, de acordo com as medidas de assimilação religiosa adotadas por Constantino.

A verdadeira origem do Natal encontra-se na antiga Babilônia. Está ligado à apostasia organizada que mantém preso um mundo enganado por todos esses séculos. E hora de sair da idolatria, de tamanho engano e astuta cilada de satanás. O Natal (25 de dezembro) é uma mentira! Os espírito que se manifestam nessa época são os mesmos que se manifestavam durante a saturnália, a saber: é o espírito de orgia, glutonaria, bebedice e consumismo. Todos eles reprovados pela Bíblia e condenados por Jesus.

PARTE 3
Os Símbolos Natalinos e Seus Significados!

Assim como a data de 25 de dezembro teve sua origem na comemoração pagã da Saturnália, Festival de Inverno romano, onde se prestava culto a “Ninrode redivivo», muitos dos símbolos natalinos, que são usados hoje sem nenhuma avaliação crítica, tiveram suas origens no paganismo babilônico. O conhecimento das crenças e significados desses símbolos nos ajudarão a eliminar praticas pagãs que vêm sendo perpetuadas através dos séculos, inclusive com a aprovação da igreja.

1. A Árvore de Natal e a Coroa de Azevinho
O que diz a Bíblia sobre a árvore de Natal?

Semíramis, a esposa-mãe de Ninrode, após a morte prematura de Ninrode. se encarregou de propagar a sobrevivência de Ninrode como um ser espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.

Todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro esta é a verdadeira origem da ‘Árvore de Natal” e da troca de presentes nesta época do ano!

Se a Bíblia nada diz sobre a comemoração do Natal, nem mesmo registra tal observância da parte dos apóstolos ou da verdadeira Igreja primitiva, ela tem algo a dizer sobre a árvore de Natal! Isto será uma surpresa real para muitos, mas aqui está.

Jeremias 10:2-4 “Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.”

Deus nos ordena não imitar esse caminho nem seguí-lo! Certas pessoas se enganam ao pensar que não faz mal ter uma árvore de Natal. Com ela nos associamos à festividade gentílica. As idéias referentes as árvores sagradas são muito antigas. Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípcios as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália (Walsh Curiosities of popular customs, pág. 242).

O deus escandinavo Odim era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado. Sabemos que as pessoas, na sua maioria, não adoram árvores, contudo vemos claramente que adquiriram a idéia gentílica por ignorância.

Outros costumes pagãos, além dos costumes tradicionais de Natal que observamos, foram importados do paganismo como: “a coroa de azevinho” às vezes conhecida por “coroa de Natal”, o qual se enfeita a porta de muitos lares “cristãos”, e o madeiro que se queima em lareira durante o Natal, às vezes chamados de “acha de Natal’ são relíquias de eras pré-cristãs (isto é, pagãs), segundo a Enciclopédia Americana.

Frederick J. Haskins no seu livro Answers to Questions (Respostas a indagações), refere-se à coroa e a árvore de Natal. As autoridades no assunto acreditam poder identificar o uso da coroa de azevinho com os “costumes pagãos de decorar as residências, os edifícios e os lugares de culto religioso, na festa em que ocorria durante o tempo em que se comemora o Natal. A árvore «de Natal» vem do Egito, e sua origem data de um período muito antes da era natalina”.

Até mesmo acender lenhas em fogueiras e velas como cerimônia cristã é meramente perpetuação de um costume pagão de estimular o deus-Sol em declínio quando ele atinge o ponto mais baixo ao Sul da abóboda celeste!

2. Quem é Papai Noel?

Quem traz os presentes de natal? Para quem vive na Grã-Betanha, será FATHER CHISTMAS (Pai Natal). Ele atravessa o céu em um trenó puxado por renas e desce pelas chaminés das casas para deixar presentes enquanto as crianças dormem. Nos Estados Unidos da América e no Canadá, os presentes são trazidos por SANTA CLAUS (São Nicolau). Como Father Chistmas, ele se veste de vermelho, enfeita seus arminhos e tem barba branca. Na França, ele é conhecido pro PÈRE NOEL (PAI Noel) , e no Brasil é chamado de Papai Noel. Quem traz os presentes na Bélgica e na Holanda chega em um cavalo branco. Em toda parte, as crianças esperam que os presentes sejam colocados nos sapatos ou junto à árvore de Natal.

Alguém dirá: Certamente que o velhinho tão querido, “Papai Noel”, não é uma criação pagã. Porém ele é, e o seu caráter verdadeiro não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam!

O nome “Papai Noel” é uma corruptela do nome “São Nicolau” um bispo romano que viveu no século V. Leia na Enciclopédia Britânica, vol. 19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, o seguinte: “São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro... A lenda de sua dádiva oferecida às escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido...” diz se ter originado o costume de dar presentes às escondidas no dia de São Nicolau (6 de dezembro), o que mais tarde foi transferido para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau (Papai Noel), que sorrateiramente a idéia é fazê-lo substituir Papai do Céu. A generosidade a ele atribuída granjeou-lhe a reputação de milagreiro e distribuidor de presentes.

Durante o ano os pais castigam suas crianças por falarem mentira. Então na época de Natal, contam-lhes esta tamanha mentira do Papai Noel! Será demais pensar então que muitos deles ao crescerem e conhecerem a verdade, comecem a acreditar também que Deus é um mito?

Sem dúvida alguma, a figura de papai Noel, é uma tentativa satânica, de substituir a figura de Papai do Céu.

Como filhos de Deus devemos lembrar, que não temos outro pai além do Senhor nosso Deus.

A Bíblia nos ensina a chamar a Deus de Abba, que quer dizer, papai, ou paizinho. E este é definitivamente o nosso verdadeiro Pai (Rm.8.15-17).

Querido leitor, vamos deixar o cristianismo de Roma e voltar para as nossas origens em Jerusalém. E que nunca mais, alimentemos em nossas crianças mentiras, com capa de bondade e verdade, uma vez que já conhecemos a verdadeira história.

O “velhinho” de barba branca é sempre alguém que se disfarça para parecer bonzinho! Satanás também se mostra como “anjo de luz” para enganar! (veja II Co 13:14; Ap. 12:9) Haverá uma conexão?!

E assim, quando examinamos os fatos, ficamos surpreendidos grandemente ao saber que a prática da observância do Natal não é, afinal, uma prática cristã verdadeira, porém um costume pagão - um dos caminhos de babilônia que o mundo continua seguindo!

3. Por que as pessoas dão presente no Natal?"

E a troca de presentes, não será bíblica?

O ponto culminante de toda esta observância natalina - a época de fazer compras de Natal - De comprar e trocar presentes com familiares e amigos - muitos exclamarão em triunfo “Bem, pelo menos a Bíblia assim nos diz para proceder! Não deram presentes os reis magos do Oriente quando Cristo nasceu?”

Novamente encontraremos mais surpresas ao conhecermos a pura verdade. Antes porém vamos examinar a origem histórica dos costumes de dar e receber presentes para depois ver o que a Bíblia nos diz a esse respeito.

Da biblioteca sacra vol. 12, páginas 153-155, citamos o seguinte: “A troca de presentes entre amigos é característica tanto do Natal quanto da Saturnália” e deve ter sido adotada do mundo pagão pelos cristãos.

A Enciclopédia Britânica do Brasil, em sua edição Especial de 1999, assim nos diz: “No mundo romano, a Saturnália, comemorada em 17 de dezembro, era um período de alegria e troca de presentes". O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus iraniano Mitra, o Sol da Virtude. No Ano Novo romano, comemorado em 10 de janeiro, havia o hábito de enfeitar as casas com folhagens e dar presentes às crianças pobres. Acrescentaram-se a esses costumes os ritos natalinos germânicos e célticos, quando as tribos teutônicas penetraram na Gália, na Grã-Bretanha e na Europa central. A acha de lenha, o bolo de Natal, as folhagens, o pinheiro, os presentes e as saudações comemoram diferentes aspectos dessa festividade. Os fogos e as luzes são símbolos de ternura e vida longa”.

Ainda podemos encontrar nessa mesma Enciclopédia a seguinte declaração: “mesmo em tempos anteriores ao cristianismo, as pessoas, no Hemisfério Norte, se davam presentes para celebrar o meio inverno. Saturnália era uma festa romana que durava sete dias. Havia banquetes e muita alegria (aqui está a verdadeira origem da ceia de natal, pois nesses dias de culto ao Sol Invictus, algo que caracterizava as comemorações era a comida em excesso). As casas eram decoradas e se davam presentes”

O fato é que este costume de trocar presentes com familiares e amigos, que se apegou ao povo durante a época de Natal, não tem nada de cristianismo, ainda que pareça estranho! Isto não comemora o nascimento de Cristo, nem honra o nascimento nem a pessoa dele!

Suponha que sua mãe esteja fazendo aniversário e por isso deseja honrá-la neste dia, você compraria presente para todos, trocaria presentes com um e com outro de seus amigos e familiares, e ignoraria qualquer presente para aquela cujo nascimento deseja honrar? Bastante absurdo quando visto desta forma, não é?

No entanto é precisamente isto que fazem as pessoas por todas as partes do mundo! Honram um dia no qual Cristo não nasceu, gastando todo dinheiro que conseguem juntar para comprar presentes, para trocar com um e com outro de seus amigos e familiares. Por isso, no mês de dezembro, mesmo com o décimo terceiro salário, muitos sonegam os seus dízimos ao Senhor, para dar vazão ao seu instinto consumista. Sem falar, no que acontece em muitas igrejas nos primeiros meses do ano seguinte, de pessoas que até se afastam da igreja temporariamente, para se livrar do compromisso de contribuir, numa maneira desesperada de conseguir equilibrar as contas de dívidas feitas durante o natal. Será que Cristo é glorificado quando as pessoas deixam de dizimar e ofertar para cumprir essa exigência social pagã? Será que Cristo está sendo honrado quando a sua obra é prejudicada, porque deixou de ser prioridade na lista de investimento de muitos cristãos?

Agora considere o que a Bíblia diz a respeito das ofertas que os Reis magos deram quando Cristo nasceu. Está em Mateus 2.1-11: “Tendo, pois, nascido Jesus em Belém da Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que vieram do oriente a Jerusalém uns magos que perguntavam: Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? pois do oriente vimos a sua estrela e viemos adorá-lo. O rei Herodes, ouvindo isso, perturbou-se, e com ele toda a Jerusalém; e, reunindo todos os principais sacerdotes e os escribas do povo, perguntava-lhes onde havia de nascer o Cristo. Responderam-lhe eles: Em Belém da Judéia; pois assim está escrito pelo profeta: E tu, Belém, terra de Judá, de modo nenhum és a menor entre as principais cidades de Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar o meu povo de Israel. Então Herodes chamou secretamente os magos, e deles inquiriu com precisão acerca do tempo em que a estrela aparecera; e enviando-os a Belém, disse-lhes: Ide, e perguntai diligentemente pelo menino; e, quando o achardes, participai-mo, para que também eu vá e o adore.

Tendo eles, pois, ouvido o rei, partiram; e eis que a estrela que tinham visto quando no oriente ia adiante deles, até que, chegando, se deteve sobre o lugar onde estava o menino. Ao verem eles a estrela, regozijaram-se com grande alegria. E entrando na casa, viram o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro incenso e mirra”.

Dádivas oferecidas a Cristo? Note o que eles inquiriram acerca do menino Jesus: “Onde nasceu o rei dos judeus?” Então por que lhe ofereceram dádivas? Por ser dia do seu aniversário? De maneira alguma, pois chegaram muitos dias ou semanas depois da data de seu nascimento: Seria para deixar-nos um exemplo, para trocarmos presentes uns com os outros? Não. Note cuidadosamente! Eles deram as ofertas a Cristo, não para os amigos e parentes deles, ou qualquer outro!

Por que? Permita-me transcrever o que diz Adam Clarke, em seu Adam Clarke Commentary, vol. V pág. 46 , vers. 11 (oferta-lhe dádivas).

“Os povos do Oriente nunca chegam na presença de Reis ou de grandes personagens sem um presente nas mãos.”

O costume é freqüentemente encontrado no Velho Testamento, e está em vigor no Oriente, inclusive em algumas ilhas descobertas recentemente nos mares do Sul.

Eis o motivo! Os reis magos, (que a bíblia não diz que eram três, visto que era costume oriental os sábios andarem em caravanas de cerca de 30 a 45 pessoas) não estavam instituindo um novo sistema cristão de permuta de ofertas com amigos para honrar o nascimento de Cristo! Agiam conforme ao antigo costume Oriental de levar ofertas ao apresentar-se diante de um rei. Eles compareciam perante a presença do Rei dos Judeus em pessoa. Portanto o costume ditava que ofertassem alguma dádiva, da mesma forma que a Rainha de Sabá trouxe ofertas a Salomão, assim como hoje muitos que visitam um Chefe de Estado levam consigo um presente.

O costume de dar e receber presentes de Natal não tem nada a ver com esse incidente registrado nas Escrituras, porém, de fato, é a continuação de um antigo costume pagão. Em vez de honrar a Cristo, tal costume invariavelmente retarda a sua obra, freqüentemente dificultando-a cada ano na época do Natal.

Há um argumento utilizado com freqüência para justificar a observância do Natal. Muitos ainda insistem: “mesmo assim, muito embora o Natal foi um costume pagão honrando o falso deus-Sol, não mais se observa o Natal para honrar o falso deus, mas sim para honrar a Cristo”. Porém, como responde Deus em sua Palavra?

Deuteronômio 12:1-2 - “São estes os estatutos e os preceitos que tereis cuidado em observar na terra que o Senhor Deus de vossos pais vos deu para a possuirdes por todos os dias que viverdes sobre a terra. Certamente destruireis todos os lugares em que as nações que haveis de subjugar serviram aos seus deuses, sobre as altas montanhas, sobre os outeiros, e debaixo de toda árvore frondosa;” Deuteronômio 12:30-32 - “ Guarda-te para que não te enlaces para as seguires, depois que elas forem destruídas diante de ti; e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: De que modo serviam estas nações os seus deuses? Pois do mesmo modo também farei eu. Não farás assim para com o Senhor teu Deus; porque tudo o que é abominável ao Senhor, e que ele detesta, fizeram elas para com os seus deuses; pois até seus filhos e suas filhas queimam no fogo aos seus deuses. Tudo o que eu te ordeno, observarás; nada lhe acrescentarás nem diminuirás”.

Deus afirma plenamente em seu livro de instruções para nós, que não vai aceitar esse tipo de culto, muito embora feito com a intenção de honrá-lo. Para Ele você está usando o que lhe é abominável, e assim honra não a Ele, mas aos falsos deuses pagãos.

Yeshua disse plenamente: “Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.” (João 4:24). E o que é a verdade? A Palavra de Deus - AS ESCRITURAS SAGRADAS - Deus não aceitará quando alguém usar de costume ou maneira pagã de culto para tentar honrar, com isso, a Cristo.

Ter uma árvore de Natal em casa é o mesmo que ter uma imagem ou ídolo “santo”. Certamente você deve questionar! “Eu tenho, mas não adoro”. Mas Deus diz “ NÃO TERÁS OUTROS DEUSES ALÉM DE MIM”

Êxodo 20:1-6 - “Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos” .

Em João 17:17 Jesus ora ao Pai para que fôssemos santificados na verdade e reforça, “a tua Palavra é verdade”. A Bíblia diz que Deus não aceitará quando alguém usar de costume ou maneira gentílica de culto para tentar honrar a Cristo.

Novamente Jesus disse: “Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homem.”(Mateus 15:9). A OBSERVANCIA DO NATAL E PRECEITO DE HOMENS e isto foi proibido por Deus como já vimos.

Além disso, Jesus disse: “ E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de Deus.”(Mateus 15:6).

É precisamente isto o que, hoje, milhões de pessoas estão fazendo. IGNORAM O MANDAMENTO DE DEUS! Ele ordena com respeito ao uso de costumes pagãos para honrar ou adorar a Deus “Não farás assim com o Eterno teu Deus”. Mesmo assim a maioria não leva a sério este mandamento, antes considera-o sem valor e segue a tradição dos homens em observar o Natal.

Não se enganem! Deus não vai permitir que O desafiem e O desobedeçam. Jesus é a palavra de Deus viva em pessoa, e a Bíblia é a Palavra de Deus em forma de Escrita. E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de Deus.

A Palavra de Deus não pode ser desprezada ou ignorada. Estamos em Babilônia (confusão) e não sabemos, o Natal tornou-se uma festa comercial patrocinada e explorada pela mais forte campanha publicitária do ano. Em muitas lojas encontra-se alguém mascarado de “Papai Noel”. A propaganda nos mantém iludidos e enganados com a “beleza do espírito do Natal”.

Os jornais que publicam esses anúncios, também imprimem editoriais em linguagem colorida, exaltando e elogiando a época pagã e o seu “espírito”.

O público crédulo e simples já se encontra tão inoculado com esta falsidade, que muitos ficam ofendidos quando se lhes diz a verdade. Porém o “espírito do Natal” é revivido cada ano, não para honrar a Cristo, mas para vender mercadorias! Igual a todos os enganos de satanás, o qual aparece como um “anjo de luz” “E não é de admirar, porquanto o próprio satanás se disfarça de anjo de luz” (II Co. 11:14).

O Natal mostra-se sobre um falso aspecto de bondade. Milhões de Reais são gastos nesses desperdícios de mercadoria a cada ano, enquanto a causa de Cristo deve sofrer! Isto faz parte do sistema econômico de Babilônia!

Nós alegamos que somos nações cristãs, porém sem o saber, estamos em Babilônia.

Parte 4
Conclusão

A Bíblia diz que Deus não leva em consideração o nosso tempo de ignorância: Atos 17:30 "Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam”.

Mas depois que recebemos o conhecimento da verdade, uma grande responsabilidade passa a pesar sobre os nossos ombros. Pois de acordo com o Apóstolo Paulo cada um deve andar na luz em que tem recebido.

Não sou eu quem vai determinar o que você irá fazer, mas você deve conferir os textos bíblicos e permitir que o próprio Espírito Santo o convença acerca da verdade de Deus. Eu tenho certeza que se você estiver preocupado em realmente fazer a vontade de Deus e agradá-lo acima de todas as coisas, Ele não o deixará confuso, pois o Espírito Santo de Deus não é Deus de confusão.

É possível que a essa altura você esteja se perguntando: “Se a minha igreja parar de celebrar o Natal no dia 25 de dezembro, como já tem deixado outras comemorações mundanas o que então vamos celebrar?

O povo de Deus é um povo festivo e com certeza não faltarão motivos para celebrar. Celebre as vitórias alcançadas. Celebre a conquista das vidas, celebre a conquista dos alvos. Aproveite as oportunidades para celebrar o Deus verdadeiro da forma que a Bíblia nos ensina. Use a sua criatividade e Deus usará para impactr a sua geração.

Temos que admitir, o cristianismo foi contaminado com o paganismo babilônico praticado pelos romanos e pelos gregos, e nós não podemos aceitar tudo isso pacificamente.

Meu desafio a você agora é: Ore ao Senhor, busque a testificação para essas verdades e ouça ao apelo do Senhor: “sai da Babilônia, povo meu”
“E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2)

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

CARACTERÍSTICAS DE LEVIATÃ



CARACTERÍSTICAS DE LEVIATÃ


Lutar contra Leviatã não é páreo para qualquer líder. Para os seus ataques precisamos descobrir as armas que ele usa. As áreas de atuação são muitas. Leviatã é exterminador de descendência, anula sacerdócio, enlouquece cônjuge, traz enfermidades de tumores ou tipos de problemas na pele, empobrece a família, traz transtorno emocional, cria desordem interior, tortura psicológica, e separa familiares e amigos de aliança. É a afronta em ação dentro da nossa geografia. Leviatã alimenta-se de orgulho e se arrasta pela lama. Ele destrói ministérios, afundando-os. Uma das armas para vencê-lo é a humildade.

Serpente é sinônimo de Leviatã. Ele se alimenta de soberba, orgulho, vaidade, mentira, desvios de palavras proféticas. Estes são os alimentos de Leviatã, sentimentos que precedem a queda. Ele quer que caminhemos no nível da alma.

Ele mexe em dois pontos chaves, que são visão e audição. Uma de suas funções é cegar o líder. O líder cego não ouve mais como antes. Começa a ouvir muitas outras vozes. A Bíblia diz que nos últimos dias o Senhor e a igreja vencerão Leviatã.

Se a serpente pegar os líderes-chave, o seu território é ampliado. Quando é dado espaço à serpente, territórios são entregues a Leviatã. Se você emprestar o ouvido à serpente, a sua queda já está desenhada. Ela joga o veneno na audição e vai embora.

Leviatã tem sintomas e um deles é a letargia. A serpente trabalha com letargia, enxaquecas, perdas inesperadas, náuseas, feridas que aparecem sem origem aparente, desprezo na família, ataque nas finanças. Se não fecharmos as portas agora, Leviatã dizimará o rebanho. Há pessoas que debaixo do ataque sincronizado, se não reagirem, serão derrubadas e destruídas pelo diabo. Só se vence através de oração, jejum e proclamação de palavras proféticas; isso sem desvios de decretos bíblicos. Os ataques são sincronizados, mas temos ferramentas da parte de Deus para vencê-los. Só vence Leviatã quem ora e jejua. Não pense que o jejum do seu pastor resolve quando você é inadimplente como discípulo, como filho de Deus. Você deve orar e jejuar, fazer a sua parte como alguém nascido de novo. Leviatã não se vence facilmente. É necessário conhecer as estratégias corretas de batalha. E se você não souber quem está atacando, não consegue vencer. É preciso saber com quem está lutando. A Palavra de Deus precisa ganhar vida na sua boca, para que você ordene que Leviatã bata em retirada da sua vida, em nome de Jesus.

O ataque de Leviatã é covarde, mas tem uma assinatura da parte de Deus; é Ele quem permite o ataque. Deus só permite o ataque para aqueles que Ele sabe que vencerão. Lembremos que Deus avisou o diabo de que no final Jó venceria, e não deixaria de temê-Lo.

O ataque de Leviatã obedece a sete áreas:
1)    Nos filhos – Ele perturba a herança gerada na aliança;

2)    Na esposa – Quando o ataque entra no cônjuge, compromete toda a família. A mulher fica contra o marido e o marido contra a esposa, enfermando o relacionamento;


3)    Na saúde – Faz com que o líder fique depressivo, com tédio da vida. Ele rouba a saúde, deixando o líder doente na alma;

4)    Nos amigos – Ele trabalha para causar deformidade de caráter na amizade e nos relacionamentos. Traz desconfiança, que gera desconforto e descrédito entre amigos. Os relacionamentos são destruídos. O ataque leva o discípulo a se rebelar contra o discipulador, amigo contra amigo. Quebra relacionamentos, sem que haja mais nenhum peso de aliança entre as pessoas. Leviatã gera desconfiança no discípulo em relação ao líder para que procure pessoas erradas para orientá-lo, como se não tivesse mais em quem confiar;


5)    Na mente – (Jó 41) Era como se Jó estivesse tendo um surto. Muitos líderes ficam presos por algemas espirituais, ficando anulados, pensando e raciocinando de forma errada acerca de Deus, da igreja, do reino, etc. Ele leva os filhos de Deus a raciocínios contrários às promessas que Deus tem para seu povo. Nos tornamos pessoas com linguagem de murmuração, enfraquecidos e tristes. Tudo isso porque não se consegue mais raciocinar com a mente de Cristo;

6)    Nas finanças – Ele trabalha para nos empobrecer, porque sabe que isso traz murmuração contra Deus. E a murmuração atrai serpentes e escorpiões;


7)    Na família – O ataque principal é na família, não apenas filhos, mulher, marido, mas para destruir toda a família, até mesmo parentes próximos. É um ataque de dar as costas. Mulher dá as costas ao marido, marido dá as costas à esposa, filhos dão as costas aos pais, casais dão as costas aos filhos... Ninguém se importa com ninguém.

É preciso vencer o dragão, o monstro e a serpente. Jó conseguiu saber de onde vinha o ataque porque conseguiu ver. A sorte de Jó mudou enquanto orava pelos amigos que o oprimiram. Foi restituído de tudo.

A área de atuação principal do ataque é a MENTE. A mente não conhece neutralidade: Ou Deus visita ou o diabo. Não há neutralidade no mundo espiritual. Ou você é de Deus ou não é. Quando alguém morre, ou vai para céu ou para inferno. Toda pessoa que está mal fica soberba. Debaixo de um ataque sincronizado, o que ele quer é entrar na tua mente. Ele sabe que se tomar o território das tuas emoções, te levará a fazer confissões absurdas. Quando passa o ataque, ficamos atônitos por ter cedido a mente a Leviatã, pois ele nos leva a contrariar a vontade de Deus.

Tudo que Leviatã quer dizer é que o que Deus está falando não é verdade, provar que o que Deus prometeu não irá se cumprir. Isso traz desânimo. Se você está orando muito e não obtém resposta, está havendo um ataque sincronizado de Leviatã. Seu alvo é fazer do homem verdadeiro um mentiroso. Ele tem a habilidade de transformar a verdade em mentira e fazer da mentira uma verdade. É só olharmos para Adão e Eva.

Fraqueza de líder não é para queda, mas para aperfeiçoar o poder de Deus. Você não pode dormir em guerra, não pode limpar a arma enquanto estiver em guerra, senão o inimigo te destrói.
O que fazer? Conhecer o comando. Mas, qual é o comando? O comando é obedecer. O comando não é passado de liderado para líder, mas de líder para liderado. Não é passado de discípulo para discipulador, mas de discipulador para discípulo. Não é passado de filho para pai, mas de pai para filho. O comando é uma ordem emitida que exige resposta. Os ataques são no mundo espiritual e só há duas saídas: GANHAR OU PERDER.

A vida não é feita de auto comandos, mas de comandos do ALTO. Auto comando não funciona. A ordem de Deus é que você se pareça com Ele. A semelhança é adquirida com o caráter aprovado. Se assumo a imagem de Deus, mas não assumo a Sua semelhança, Leviatã leva vantagem. Ele sabe quando um líder não tem a semelhança. Uma arma para a vitória é andar na imagem e semelhança de Deus.

Leviatã lança palavras de baixa autoestima para que pensemos que somos incapazes, que não podemos, que não fomos chamados. A autocomiseração não encontra espaço diante do Trono de Deus.

Dominando as quatro áreas

1)    Dominar sobre as aves do céu – Não podemos deixar que os pássaros criem ninhos em nossa cabeça. O que está sobre você deve ser governado. Temos que conhecer os céus que regem e influenciam a mente e os pensamentos, quais os escritos que estão sobre nossa cabeça, saber ler o que está sobre nós. Isto é ter discernimento espiritual, fazer leituras de situações que estão sobre a mente. Todo ataque vem das regiões celestes, e é lá que são promovidos. É de cima que o inimigo consegue contatar, ganhar vantagens, e trazer tudo organizado para enfraquecer e matar a liderança. Governe seu espaço aéreo. Tudo que está solto nos ares deve estar sob nosso controle. O que não for autorizado, derrube e domine. As regiões celestes são nossa responsabilidade. Temos que dominar e exercer autoridade sobre elas. A intenção do diabo é prender as nossas bênçãos.

2)    Dominar os peixes do mar – Dominar a água é mais difícil. A vida é formada por um grande oceano e em todos os dias há um ataque surpresa, desconhecido. A tribo de Dã tinha uma promessa muito importante. Quanto mais promessa, mais guerra. Esta tribo era ligeira, veloz, conseguia pegar os inimigos mais rapidamente do que a tribo de Gade. Mas falhou. Omitiu guerras e brincou em horas sérias. Abriu mão de suas promessas. O mesmo acontece com qualquer um que desobedece. ENTENDA O QUE ESTÁ POR TRÁS DE CADA SITUAÇÃO.


3)    Dominar os animais domésticos – Domine sua geografia interna e externa. Não deixe o diabo entrar em sua geografia. Domine as situações possíveis, entendendo que a unção da capacitação que você tem está acima de tudo isso. Deus inicia mostrando as mais difíceis, céus e águas. Se tu dominas as difíceis, o resto é fácil. Seja seu próprio atalaia, pois Leviatã só faz ataques surpresas. (Lembrar Jesus expulsando do Templo os bois, pombos, etc.).

4)    Dominar os répteis que se arrastam – Leviatã é imundo, vem pela lama invadindo territórios. Quando ele ataca oferece o fruto, pois ele não sabe se tem imagem e semelhança de Deus naquela pessoa. O líder vai aceitar ou rejeitar. Ele quer encontrar um líder frágil para fazê-lo passar vergonha. Não podemos viver da glória do passado, mas conquistando o presente e tendo perspectiva do futuro. Deus nos dá uma espada grande, forte e poderosa para matar esse dragão no nosso território. Jesus é a espada, a palavra da verdade, a palavra profética. Leviatã pode ser vencido com palavras de vida, de ordem, de poder, de mudança, de autoridade. Uma palavra tem repercussão nas geografias aérea, aquática e terrena.


Leviatã também é chamado de Neustã, serpente que liberou veneno e morte sobre o povo. Ezequias decidiu destruir Neustã (II Rs 18:4). Neustã é tudo que tomamos para adorar, como por exemplo família, trabalho, estudo, etc.

Existem três ferramentas que não apenas enfraquecem Leviatã, mas o EXTERMINAM. As ferramentas são: Audição, visão e voz profética. Devemos ver no mundo espiritual como ele é. Leviatã não ataca líderes comuns, mas líderes linha de frente. Deus quer curar-nos. Eva foi pega pela visão, audição, e fez uma confissão contrária à Palavra de Deus. O Evangelho não é o que eu penso, o que você pensa, mas o que é realmente.

Leviatã tem uma arma poderosa, infalível e que está em ação nestes dias: A competição. Onde há competição, há morte. Quem perde nunca fica satisfeito, por isso molesta quem ganhou. Leviatã começou seu ministério competindo com Deus. Muitas pessoas não respeitam a liderança que está sobre si. O que acontece é que elas vão receber uma bordoada do diabo. Discipulado não é colocar uma mochila nas costas e migrar para outro discipulador. Discípulos que vivem migrando de uma célula para outra, de um ministério para outro, são pessoas que buscam a autopromoção.

Satanás era criatura do criador. Como poderia ser melhor do que Deus? Mesmo mentindo, trinta por cento dos anjos creram que ele era mais poderoso que Deus. Os anjos ludibriados caíram. Estes anjos ficaram deformados, tão desfigurados que receberam o nome de demônios, seres despersonificados, descaracterizados. TODA COMPETIÇÃO VIRA MATRIZ DE REBELIÃO.

A rebelião obedece quatro quedas promovidas por Leviatã:
No trono – Competição entre Lúcifer e Deus.
Na base do Trono de Deus foi constituída a primeira rebelião diante de uma reivindicação de direitos iguais e um desejo de ser maior que Deus. Quebra de princípio de autoridade.  Existe um grande perigo quando alguém coloca no coração ser maior que o outro.

No Éden – Competição entre a serpente e o homem.
No Éden, satanás entrou e colocou Adão e Eva contra Deus. Quando Deus veio, não tolerou a rebeldia e colocou os dois para fora do Éden. Deus não tem aliança com a rebeldia.

Em Israel – Competição entre a serpente e o povo de Deus.
A serpente promoveu competição na base de uma nação. Israel não reconhecia a Deus como Senhor em muitas ocasiões. A rebeldia não deve ser tolerada, nem os rebeldes. A nação sofreu as consequências dos governantes rebeldes.

Na equipe de Jesus – Competição entre a serpente e o discipulado.
Na equipe de Jesus Leviatã se levantou em Judas, que teve direito a uma forca. Pedro foi repreendido pelo Mestre. Precisamos ter cuidado com o que fazemos e pensamos. Em relação à rebelião, Deus é sempre rigoroso. Expulsou o rebelde, o patriarca da rebelião, Lúcifer. Toda competição que vira rebelião é porque a pessoa se sente superior ao líder, tendo o seu fim na queda. Todo rebelde cai rápido por causa da regência espiritual sobre ele. Cada murmuração está escrita no caderno do diabo. Ele torna a murmuração contra você e sabe o dia e a hora em que ocorreu. A murmuração dá ao diabo legitimidade para operar. A serpente trabalha junto com o escorpião, que não tem limites. O problema de alguns que estão na igreja é não mergulhar no que lhes é ensinado. Não somos para viver como escorpiões, envenenando pessoas por causa da nossa velha natureza. Deus nos chamou para sermos líderes respeitados por serpentes e escorpiões. Cada pecado é um incenso queimado a Leviatã.

Ele é destruído através da santidade, novas atitudes e caráter restaurado. Santidade é a espada para matar Leviatã. O mundo espiritual é regido por anjos e demônios. Se temermos a Deus, os demônios correm. Se abrirmos brechas, os anjos de Deus se afastam. Para quem você é acesso fácil?
A base do Trono de Deus é verdade e justiça. É preciso tomar uma postura séria e não permitir que os que convivem conosco acendam incenso a Leviatã. A prosperidade é um legado para quem o vencer. Precisamos levantar guerra contra ele para que saia do nosso território.

A pergunta é: Quais são os lugares intermediários para Leviatã entrar? Todos passamos por guerras pessoais, mas ao não darmos lugar à carnalidade adoramos a Deus. Alimentamos o Trono com adoração. Se você vencer a carne, o Senhor recebe a honra e o trono de Leviatã é tirado. Cada vez que se dá margem à carnalidade, Leviatã recebe incenso. Quem está no lugar intermediário é Leviatã. Os céus dele são de engano para trazer destruição. O ataque de Leviatã só pega líderes, principalmente os de linha de frente. VIGIE!

Leviatã é zombador, sendo o agente da zombaria. Ele traz transtorno e domínio em lugar obscuro. Não tenha nada obscuro em sua vida. Ele quer que você esconda coisas para que ele tenha o domínio sobre você. Todos os que removem a lama que estava debaixo do tapete da alma prosperam porque Leviatã perde o argumento. Não o fortaleça.

Pecado é ofensa, sujeira, lama, agressão, tudo que ofende a Deus. Ele se arrasta no mar do esquecimento em cima de pecados que foram lançados lá. Ele é conhecedor do pecado e rasteja nessa lama. Ele tenta trazer de volta pecados já extirpados de nossas vidas.

Tem uma arma para vencer Leviatã: ADORAÇÃO! Levante um louvor ao Senhor da guerra. Leviatã é o último desafio da igreja. Não subestime o inimigo. Deus não tolera rebelião. Rebelião e feitiçaria são o mesmo pecado. Todo rebelde é feiticeiro. Rebelião é feitiçaria espiritual, e sobre ela vem o juízo de Deus. Não adianta orar para que não aconteça nada com o rebelde, porque no dia em que Miriã se rebelou contra Moisés, ficou leprosa. Foi juízo sobre sua vida. Há uma hora em que entra o juízo de Deus. Quando isso acontece, Ele só ouve os justos e sobre estes traz chuva ou fogo, como foi no caso de Elias e os profetas de Baal. Leviatã ataca profetas, pastores e líderes.
Um discípulo que atrai Leviatã, escorpiões e serpentes, está desonrando a Deus e aos líderes.

Desonra é pecado! Quando a integridade do líder é ferida, o pecado é contra Deus. Em Nm 21, o povo descobriu e confessou que pecou contra Deus e contra o líder. Quando o discípulo fere a integridade do líder, as portas dos céus se fecham sobre a sua vida.

A atitude é a fala consolidadora. Ela é o “outdoor” na vida de todo ser humano. A atitude fala mais alto que suas palavras.
A verdade é que Deus sempre é com o líder. Matar o líder é um dos maiores alvos da serpente. Leviatã é um espírito de manipulação muito mais acentuado do que Jezabel. Leviatã julgou Jó pela história de muitos que caminham com Deus enquanto tem, quando deveriam caminhar com Deus porque são dEle.
Quando Jó descobriu de onde vinha o ataque, foi restituído de tudo.

Importante:
O memorial que Jó construiu foi de fidelidade. Onde há caminhos de infidelidade, há rotas construídas para Leviatã. Leviatã encontrou infidelidade em rotas que cercavam Jó. Leviatã pode chegar à sua vida através de um discípulo, um membro da família, um empregado, etc. Toda rota de infidelidade dá acesso a Leviatã. Todo homem de Deus passa por ataques ilegais, por guerras ilegais. Nem sempre se enfrenta guerras por causa de argumentos pessoais, pois há ocasiões para as quais não existem argumentos. José e Jó não fizeram nada para merecer passar pelo ataque que passaram. Há diferença entre prova e pecado na vida do líder. Quem tem brecha será destruído; quem está passando pela prova destruirá o inimigo. O inimigo é destruído pela fidelidade – memorial construído dia e noite diante do Trono. 

Você precisa descobrir quem é a pessoa que abriu caminho para que Leviatã chegasse até você. Se há Leviatã para fechar portas por intermédio de alguém ou de uma situação, também há o dono das chaves, Jesus.
Independente de Leviatã, conquistaremos. Tudo que precisamos fazer é lançar fora todo o medo. Somos livres e vencedores naquele que nos fortalece. Nascemos para conquistar. Jamais devemos esquecer está verdade.

 (Baseado no livro A Trama de Leviatã, de Renê Terra Nova)