quarta-feira, 10 de maio de 2017

DEUS NÃO ESTA VENDO?

Quem nuca se perguntou o Eterno não está vendo tanta injustiça? Ele não vai fazer nada? Porque uns são punidos e outros não?

Vamos estudar um pouco sobre estas perguntas através do profeta Habacuque, e você vai entender que o culpado o Eterno não tem por inocente, e Ele não tarda para agir, mas através de sua misericórdia Ele tem um tempo para agir e leva em consideração o nível de entendimento de cada, individuo, raça e nação para executar sua justiça e após trazer sua paz seu Shalom.

O Livro do profeta Habacuque  é distinto dos demais escritos proféticos por assumir um tom mais filosófico e de diálogo com o Eterno. O tema deste diálogo filosófico se concentra em torno da justiça divina.


Os dias de Habacuque:

·         O caos ético e social que o texto de 1:2-4 (Habacuque 1: 2Questiona o profeta: Ó Yahweh, até quando clamarei por tua ajuda sem que tu me dês ouvidos? Até quando protestarei diante de ti: “Violência!” sem que tragas alguma salvação? 3Por que me fazes contemplar a injustiça de observar com clareza toda a maldade de campeia nessa terra? A destruição e a violência estão diante de mim; também há todo o tipo de contendas, discórdias, e o litígio é comum. 4 -Por este motivo a lei e o direito se enfraquecem e a justiça nunca prevalece. Os ímpios prejudicam e extorquem os justos, e assim a justiça é pervertida!) apresenta combina com a decadência moral com os dias de reinado de Jeoaquim, conforme Jeremias denunciou.

·         A proximidade da realização dos eventos descritos em 1:6-11 (Habacuque 1: 6Eis que estou conduzindo os babilônios, essa nação cruel, impetuosa e violenta, que marcha sobre a largura da terra a fim de se apoderar de habitações que não lhes pertencem. 7É, pois, uma nação apavorante e temível, que faz justiça com as próprias mãos, e todo o seu juízo e leis vêm dela mesma. 8Os seus cavalos de guerra são mais rápidos que leopardos, e mais ariscos e ligeiros que lobos ao pôr-do-sol; os seus cavaleiros espalham-se por toda parte; eles vêm de muito longe; voam como a águia faminta que se apressa em devorar. 9Eles todos vêm determinados a massacrar. Suas hordas avançam como o vento do deserto, fazendo tantos prisioneiros como a areia da praia. 10Desprezam o poder dos reis, e se escarnecem de todos os governantes. Riem diante de qualquer cidade fortificada, pois costumam construir rampas de terra e por meio delas invadem todas as fortalezas. 11- Então passam com o ímpeto de uma ventania e seguem adiante; eles, porém, são homens carregados de culpa e condenação, porquanto têm como deus a sua própria arrogância e força!”), conforme a expressão “nos dias de vocês” no verso 5. O Eterno havia prometido a Josias que seu reinado não terminara com a invasão e cativeiro (2 Rs. 22:18-20). Talvez os oráculos de Habacuque se refiram aos últimos 20 anos de independência de Judá.

·         A ascensão da Babilônia como superpotência mundial no século VII a.C. acontece no período previsto em Habacuque, embora isso não sirva como prova irrefutável.

O verso 5 ainda nos ajuda a definir esse período, pois, tendo o Egito como aliado, Judá dificilmente acreditaria que seriam vencidos pela Babilônia; o que de fato aconteceu quando Nabucodonosor derrotou o faraó Neco em Carquêmis (Jeremias 46:2,6,10; II Reis 24:7).

Alguns argumentam que as denúncias de injustiça de Habacuque não se encaixam no período de governo do rei Josias (pai de Jeoaquim), uma vez que este recebe uma avaliação tão boa. Entretanto, a reforma que o rei Josias fez, abrangeu apenas a parte litúrgica da sociedade hebraica, sem atingir a parte social. Por isso a reclamação de Habacuque acerca da injustiça não se choca com os relatos do governo de Josias, embora tenha tido uma boa apreciação.

Além disso, os efeitos negativos dos cinquenta anos do reinado catastrófico de Manassés (avô de Josias) demorariam a desaparecer.

Habacuque baseou seus questionamentos em sua experiência com os eventos históricos de seu tempo. Tal qual Jeremias (Jr. 22:13-23), Habacuque também se indignou com a situação de injustiça, violência e opressão gritantes em Judá; por isso reclama para o Eterno pedindo o castigo para os maus e a defesa dos justos. A crise teológica de Habacuque começa justamente com o atraso do julgamento dos líderes injustos.

Habacuque fica espantado e confuso diante da revelação de Deus sobre a vinda dos babilônios como instrumento de Deus para o julgamento de Judá, ao invés de um discurso sobre a salvação ou livramento. O questionamento de Habacuque foi: poderia um Elohim justo e bom usar meios perversos para executar sua justiça? (Hc. 1:12-17).(Habacuque 1:12Ó Yahweh meu Elohim, Deus, meu Kâdôsh, Santo! Porventura não existes desde a eternidade? Tu jamais morrerás e nós te seguiremos! Mas, SENHOR, tu designaste justamente essa nação pagã para executar o teu juízo? Ó Tsûr, Rocha de Refúgio; tu decidiste estabelecer este povo para aplicar o castigo. 13Tu, cujos olhos são puros e imaculados, que não suportam ver o mal; que não podes tolerar a malignidade. Então, por que tens paciência com os perversos? Por que ficas em silêncio enquanto os ímpios devoram os que são mais justos que eles? 14Tornaste os homens como peixes do mar, como animais que não têm bom senso e a ninguém devem satisfação? 15O inimigo simplesmente os pega com anzóis, apanha a todos com sua rede e nela os arrasta para onde deseja; então comemora e exulta. 16Por este motivo ele oferece sacrifício à sua própria rede e queima incenso em sua honra, pois, rende graças à sua rede; vive em grande conforto e segurança, e ainda desfruta de boa e farta comida. 17Contudo, continuará ele esvaziando a sua rede, e destruindo sem piedade as nações?

Estrutura de Habacuque

O livro de Habacuque pode ser dividido em diálogos da seguinte maneira:
  • ·         Diálogo 1 – Habacuque questiona a justiça divina – 1:1-11
  • ·         Diálogo 2 – Habacuque questiona a coerência divina – 1:12 – 2:20
  • ·         Diálogo 3 – Habacuque louva a Elohim por suas intervenções na história – 3:1-19


O diálogo 1 começa com a reclamação de Habacuque a Elohim sobre as injustiças que estavam à sua volta, e porque os perversos não eram julgados. Judá ainda não havia sido julgada por sua impiedade, e o primeiro alvo da queixa de Habacuque não é o povo, mas com o Eterno (1:2-4). O Eterno então responde a Habacuque (1:5-11) dizendo que essa situação de opressão e injustiça não duraria muito tempo mais, pois, ainda nessa geração, os ímpios seriam castigados. O Eterno usaria a nação da Babilônia para aplicar o seu julgamento.

Até este momento, as nações vizinhas eram alvo do castigo divino, e a surpresa de Habacuque reside no fato de o Eterno Elohim escolher uma das nações mais agressivas daquele tempo para executar seu julgamento contra Judá. Em vez de anunciar o livramento e restauração em forma de promessa, o livramento e a salvação viriam por meio do ataque de uma nação inimiga. Aqui, Elohim não responde apenas ao profeta, mas a toda nação, conforme percebemos pelo emprego do plural.

O segundo diálogo propõe um problema lógico. Além de não resolver o problema da injustiça, as pessoas corretas seriam prejudicadas; e, ademais, um inimigo impiedoso seria vitorioso a despeito de ser castigado. Habacuque afirma a Elohim que essa medida de julgamento não se ajusta com o caráter santo de Elohim (1:12). Habacuque, embora soubesse das injustiças de Judá, achava que a perversidade dos babilônios era muito pior. Por isso se horroriza ao imaginar a destruição que os babilônios fariam em Judá. Habacuque os compara com um pescador inescrupuloso que pesca pelo simples prazer de matar os peixes. Outro problema de lógica levantado por Habacuque é em relação à soberania do Eterno, que não interviria para proteger o seu povo.

Habacuque não faz essa declaração de maneira leviana ou desrespeitosa, entretanto buscava sinceramente uma resposta. O Eterno responde que o julgamento se cumpriria e não procura defender sua justiça, mas afirma que o justo seria preservado (2:4). (Habacuque 2: 4Escreve, pois: Eis que o ímpio está cada vez mais arrogante; suas vontades não visam o bem; mas o justo viverá pela sua fé.)

No NT Paulo usa este versículo para ressaltar a fé do cristão, contudo, no contexto de Habacuque, indica a integridade na vida do servo de Elohim, mesmo que não consiga entender todo o processo. O Eterno prossegue em sua resposta apontando para a sua justiça, na qual o perverso é castigado.

Habacuque abre o terceiro diálogo expondo sua confiança no Eterno, que a seu tempo castigaria o ímpio; e apelou à sua misericórdia na execução do julgamento de Judá. A consciência do verdadeiro relacionamento com o Eterno produziu o salmo de louvor registrado em 3:3-15, que descreve os feitos poderosos de Elohim, não somente para julgar, mas também para livrar (3:13). (Habacuque 3:13Partiste para salvar a tua gente, para libertar o teu povo ungido. Esmagaste o líder da nação ímpia, despindo-lhe por completo da cabeça aos pés.

Habacuque recorre à história de Israel comprovando sua obra redentora contra os inimigos do seu povo, fazendo um contraponto literário com a ameaça babilônica no capítulo 1. O livro termina com a confiança de Habacuque na justiça do Eterno. Mesmo com tantas desgraças que viriam acontecer, a fé inabalável de Habacuque permitiu-lhe ter a alegria que não dependia mais das circunstâncias externas, mas do seu relacionamento verdadeiro com o Eterno.

Propósito e conteúdo

Habacuque trata sobre os seguintes temas principais:
  • ·         A justiça do Eterno ao lidar com as nações
  • ·         A confiança no Eterno a despeito das circunstâncias históricas
  • ·         O castigo de Judá por meio dos babilônios e o castigo da Babilônia
O império Assírio estava no domínio do Antigo Oriente Médio há mais de um século. Entretanto, começou a entrar em declínio, e Judá ainda não havia sido punida pela quebra de Aliança, conforme anúncio dos profetas. Esta foi a razão da queixa inicial de Habacuque. A resposta de Elohim revelou que os babilônios seriam o instrumento do julgamento de Elohim.

O problema, para Habacuque, estava na teodiceia, isto é, a justificação dos atos do Eterno quando a humanidade sofre. Em nenhum momento Habacuque questiona o merecimento da punição de Judá; mas, se preocupa com a vitória dos babilônios em detrimento da ruína de Judá. De certa forma pareceria que o Eterno estava aprovando os métodos genocidas da Babilônia. Como o Eterno, sendo justo, poderia permitir que uma nação perversa prosperasse?

O problema em Habacuque gira basicamente em torno do mesmo tema de Jó. No final do livro que narra seu drama, o Eterno aparece para mostrar que a finitude humana não consegue dar respostas para todas as questões da vida; mas, O Eterno Elohim de Israel está presente em todos os momentos de dúvidas e aflição pelos quais a humanidade passa. Em Habacuque, a teofania do capítulo três tem a mesma função. Muito embora Habacuque não tivesse todas as respostas, a presença do Eterno era suficiente para dar toda a confiança que o profeta precisava para aquele momento.

Contudo, em Habacuque, Elohim revelou algumas respostas que serviram como eixo do livro. A primeira delas está em 2:4-5 (4Escreve, pois: Eis que o ímpio está cada vez mais arrogante; suas vontades não visam o bem; mas o justo viverá pela sua fé. 5Em verdade, a riqueza e os prazeres são traiçoeiros; o ímpio é muito soberbo e jamais encontra descanso. Seu desejo impetuoso é como o próprio Sheol, a morte, nunca se satisfaz; apanha para si todas as nações e ajunta para seu domínio todos os povos.) e trata sobre a responsabilidade individual que não é descartada mesmo em caso de tempos sombrios. Nessas circunstâncias a confiança em Elohim torna-se mais difícil e a fidelidade do justo adquire destaque.

A segunda resposta, encontrada em 2:6-20, Elohim anuncia que castigaria os babilônios em virtude dos seus crimes contra a humanidade, mas ainda não havia chegado o momento. O fato dos babilônios serem o instrumento do Eterno para o julgamento de Judá não significava que o Eterno aprovasse seus métodos.

A certeza que Habacuque teve é que eles também seriam julgados, tanto por seus crimes de guerra, quanto pela impotência de seus deuses. O Habacuque entendeu naquele momento é que Elohim governava o mundo e sua história a partir do templo; por isso, em virtude de sua soberania, todos deveriam calar-se diante dele (2:20).

O agir de Deus com as nações

No Antigo Testamento, as ações boas e más de todas as nações são pesadas. Quando o lado com as ações más atinge um determinado limite o julgamento do Eterno é acionado. Cada geração contribui com as ações boas e más contrapostas umas às outras e retardam ou adiantam a execução do juízo do Eterno. O arrependimento era uma forma de se retardar o julgamento, como se as ações boas fossem somadas diminuindo o limite das ações más (Jn. 3:10; 2 Rs. 22:19-20). A nação voltaria a enfrentar o risco de julgamento somente se voltasse a realizar ações más. O texto de Jeremias 18:7-10 exemplifica esse tratamento que o Eterno dava às nações.

Além desse aspecto do “peso” das boas e más ações a misericórdia do Eterno tem um efeito mais prolongado do que seu castigo, de acordo com Deuteronômio 5:9-10. Outra característica do Eterno em seu agir com as nações é que sua misericórdia, aplicada sobre o lado das boas ações retarda o julgamento pelas más ações, entretanto o peso das más ações não é eliminado até que o castigo seja aplicado. O texto de Êxodo 32:34 mostra como este princípio de aplica. Elohim não puniu o povo naquele momento, por terem feito o bezerro de ouro em virtude de sua misericórdia. Contudo, chegaria a hora de serem punidos também por isso futuramente.

Ainda mais um princípio pode ser entendido. Os povos que contavam com a revelação do Eterno, tal qual os hebreus, eram punidos com mais severidade em detrimento daqueles que não conheciam acerca de sua revelação indicando que a tolerância do Eterno com os pagãos é maior. O Novo Testamento aplica esse princípio em Lucas 12: 48Contudo, aquele que não conhece a vontade do seu senhor, mas praticou o que era sujeito a castigo, receberá poucos açoites. A quem muito foi dado, muito será exigido; e a quem muito foi confiado, muito mais ainda será requerido. Jesus veio trazer fogo à terra 

Esse princípio pode ser aplicado a Judá. Embora os babilônios fossem realmente muito mais cruéis os israelitas deveriam ter sido mais obedientes em virtude da revelação da Lei e do aviso constante dos profetas sobre sua apostasia. Agora o momento da execução do castigo havia chegado.

Esse esquema só é atribuído às nações, não a indivíduos e não se trata de salvação. Por isso não há a preocupação de uma salvação baseada em boas obras.

A vida de fidelidade

O Eterno mostrara a Habacuque que, embora o castigo fosse severo, isso não seria o fim de Judá, mas haveria um remanescente preservado. O fundamento da preservação seria a fidelidade. No Novo Testamento, o apóstolo Paulo usa o conceito de Habacuque 2:4 para fundamentar a doutrina da justificação pela fé. Paulo cria uma ponte entre ‘emûnâ, que significa fidelidade e pistis, fé.

Em Habacuque a fidelidade, ou o posicionamento correto diante das circunstâncias adversas foi percebido por Paulo como o elemento universal de salvação, expresso mais claramente por Paulo em Romanos 8.

Vamos explicar isso melhor vamos entender o que e realmente ter fe:

A palavra Emunah aparece na bíblia pela primeira vez em Habacuque, onde encontramos o seguinte texto:"Eis o soberbo! A sua alma não é reta nele; mas o justo pela sua fé (emunah) viverá." Habacuque 2:4

Emunah deriva de outra palavra hebraica: "aman". É justamente essa palavra que encontramos em Genesis 15:6, onde lemos: "E creu (aman) Abrão no Senhor, e o Senhor imputou-lhe isto como justiça." Gênesis 15:6

Outro detalhe interessante é que do mesmo radical da palavra "aman" temos formadas as palavras "emet" e "amar". "Emet" é a palavra usada para "VERDADE" enquanto que "amar" é a palavra usada para "dizer", "falar" ou "proclamar".

Essas associações são interessantes e sugestivas.
Atualmente usamos a palavra "Fé" para indicar, na maioria das vezes, a confiança à práticas religiosas. Mas analisando melhor o contexto das Escrituras vamos aprender que "Fé" é muito mais que isso.

Vamos entender melhor isso nas palavras do escritor de Hebreus: "Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem." Hebreus 11:1

Segundo o escritor aos Hebreus a "Fé" é a "certeza", "convicção", "firmeza" de fatos que ainda se espera.

Isso pode parecer estranho porque a definição de "fato" é algo que tem um lugar definido no tempo e no espaço, portanto, em um primeiro momento, não parece lógico um "fato" que ainda não ocorreu.
Aqui temos uma importante definição sobre "Fé". A "Fé" é quando creditamos o peso de VERDADE a algo ou alguém, considerando as afirmações deste algo ou alguém como um "fato" indiscutível, independente deste fato ainda não ter acontecido, ou estar em um passado longínquo.

Assim, a "Fé" remove todas as dúvidas, e apesar de ser transcendente, não é irracional, pelo contrário, com o conhecimento essa "Fé" pode ser aumentada e aperfeiçoada. Por isso Paulo nos ensina:
"Logo a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Cristo." Romanos 10:17

Mas como a "Fé" pode ser o meio para alcançar a Salvação?
A bíblia não faz distinção entre "Fé" para salvação, ou "fé" para se alcançar uma cura, não existe isso nas Escrituras. Na Palavra de Elohim encontramos apenas "Fé", questão é que ao depositar Fé na Salvação apresentada pelas Escrituras temos por certo e plenamente verdadeiro as condições que envolvem o Evangelho.

Ao depositar "Fé" na Palavra do Eterno, estamos convictos de nossos pecados e culpas, e de nossa incapacidade de nos redimir com nosso Criador, estamos convictos do Amor de Elohim ao nos chamar ao arrependimento nos dando Seu Filho, e diante dessa convicção, que temos por "fato", ou "VERDADE ABSOLUTA", somos impelidos a viver com "FIDELIDADE" a tudo o que a Palavra nos exige, tanto em nossa conduta, como em nossas expectativas.

E é por isso que Jesus diz: "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele." João 14:21
Aquele que deposita a "Fé" no Eterno não tem dificuldade alguma em procurar obedecer aos mandamentos e servir a Ele, pois a "Fé" leva à "FIDELIDADE". Não há nenhuma contradição quando se entende os fundamentos da FÉ.

O oposto disso é o Legalismo, que condiciona a Salvação através de práticas religiosas por força ou imposição, e não por fruto da Fé.

Também a "Fé" deve gerar uma "Esperança" firme e convicta, que nos norteia e consola.
Outro aspecto importante a ser destacado é a similaridade entre as palavras em hebraico "aman" e "amar" (crer e proclamar). Ambas possuem o mesmo radical, e encontramos o apóstolo ensinando:
"pois é com o coração que se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação." Romanos 10:10.

Assim percebemos que a confissão e o testemunho são inerentes à Fé. Quando depositamos a Fé em nosso Elohim nos tornamos arautos de seus feitos. E nisso concorda o Messias quando diz:
"O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem; e o homem mau, do seu mau tesouro tira o mal; pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca." Lucas 6:45

Portanto, se tem ouvido a Palavra de Elohim, busque aperfeiçoar em seu coração a "Fé" correta, que será a verdadeira balança em seu coração, para amar e aplicar em sua vida os princípios da Vontade do Eterno, expressa em seus mandamentos.

Vamos começar praticar a emunah: Marcos 12: 29Esclareceu Jesus: “O mais importante de todos os mandamentos é este: ‘Ouve, ó Israel, o Senhor, o nosso Deus é o único Senhor. 30Amarás, portanto, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força’. 31E o segundo é: ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo’. Não existe qualquer outro mandamento maior do que estes”. 

Conclusão: O Eterno esta o observando tudo e sua palavra não voltara para Ele vazia antes de realizar tudo que Ele determinou, algumas coisas vão acontecer na nossa nação e no mundo por questão de justiça e juízo do Eteno, mas sempre o Eterno vai contar com remanescentes fieis para restaurar aquilo que foi perdido, se tivermos emunah e assim perseverarmos na palavra e ensinamento de nosso Machia vamos alcançar a maior graça que alguém pode ter, shalom através da presença e da intimidade com o Eterno, mesmo que em meio ao caos.

Fique na Shalom de nosso Elohim.






Fonte de pesquisa:

·         Bíblia sagrada.
E     Estudos na Net
·         www.milhoranza.com

terça-feira, 28 de março de 2017

CRISE DE IDENTIDADE.

Shalom, outro assunto interessante para o momento atual da igreja e identidade, hoje em dia se abre uma nova denominação evangélica em nossos pais a todo momento, à pergunta e qual a origem? Qual Deus ordenou que fosse aberta? Quais estão trabalhando a favor da igreja de Cristo, e quais estão lutando por interesse partidários e denominacionais?  

       
É errado abrir uma nova denominação? Claro que não, mas a pergunta é o porquê foi aberta, qual a motivação do coração? É porque Deus deu uma direção de trabalho para que esta denominação coopere para o bem do reino e da igreja de Cristo na terra, se for essa motivação perfeito, mas se a motivação foi à dificuldade de aceitar a liderança e  caminhar sem prestar contas a ninguém, não creio ser um bom motivo.


Creio que Jesus está as portas e hoje a um grande desrespeito com a identidade das tribos (denominações) e nos esquecemos que Israel tinham varias tribos, cada uma tinha sua identidade, mas todas trabalhavam pelo bem de Israel e por manter a Torah em seus corações, pelo menos assim foi estabelecido por Deus a eles,  e toda vez que se desviavam dessa regra eram punidos severamente por Deus.


Vamos ver como se deu a origem das tribos de Israrel:

A origem das doze tribos de Israel está descrita na bíblia, no primeiro livro chamado Gênesis, cuja autoria é atribuída a Moisés. As doze tribos recebem este nome por serem decorrentes do nascimento dos doze filhos de Jacó (neto de Abraão e filho de Isaque), que teve um encontro com Deus, vindo a ter seu nome trocado para Israel. Seus doze filhos se chamaram: Rubén, Simeão, Levi, Judá, Dã, Naftali, Gade, Asser, Issacar, Zebulom, José e Benjamim. Apesar destes nomes não corresponderem com exatidão aos das tribos, a origem de cada uma delas se deu ao fato deles terem liderado tribos, nas suas regiões específicas.


Sobre a diferença na nomenclatura, ocorreu que as doze tribos receberam o nome de dez dos filhos de Israel e de dois dos filhos de José, que foram abençoados por Israel como se fossem seus próprios filhos, são eles Efraim e Manassés. Foi após a saída do povo de Israel do Egito, que o Senhor designou a separação da tribo de Levi para servi-lo no sacerdócio, e justamente por terem esta missão não teriam um local específico na terra prometida chamada Canaã. Então, em seu lugar e no lugar de José, assumiram a condição de tribos, Efraim e Manasses.

Primeira característica para ser uma tribo de Israel era estar ligado ao proposito de  Yave para Israel, pois a benção e sobre Israel, falando de nos gentílicos, temos que estar ligados ao proposito de Deus para a igreja na terra, e estar alinhados com sua palavra.


Hoje infelizmente mais brigamos entre nós do que buscamos alinhamento em Deus para que a igreja avance e continue a ser o útero de Deus nessa terra para gerar filhos ao Pai. E e normal que esse filhos que nascem pela fé em Cristo Jesus tenham um lar um lugar para serem cuidados, alimentados educados. Isso e família e família e um principio do reino a qual foi estabelecido lá em Gênesis pelo próprio Deus.


Não estou defendendo que todo lugar que leva o nome de evangélico, cristão, estão ligado a Cristo e por isso que precisamos conhecer as escrituras e depender do Espirito Santo para que aja discernimento correto das leis de Deus e assim avaliar se o lugar que estamos esta ligado a um contexto de tribo ou de seita, propósito ou engano.


As tribos tem que ter uma identidade peculiar, mas estar ligados a mesma palavra ao mesmo proposito que e servir a igreja de Cristo, o Brasil vive uma profunda crise de identidade, e isso afetou a Igreja, hoje gostamos e defendemos algo, amanha já temos outra opinião.


A pergunta é a qual tribo você pertence? Quando você descobrir isso vai conseguir trabalhar de forma mais saudável para igreja de Cristo.


Outra coisa que me chama atenção e os padrões de prosperidade, quem esta dando certo ou errado em seus ministérios? Para sabermos isso precisamos entender para que essa pessoas foi chamada, se ela está no tempo de Deus para agir ou já passou do tempo e agora está fazendo boas coisas mas que Deus não mandou e se mandou foi apenas para um tempo determinado.


O erro de João Batista após o começo do ministério terreno de Jesus foi não ter parado tudo e seguir a Jesus pois sua missão era anunciar a chegada de Jesus após isso buscar  em Deus o que deveria fazer pois o proposito inicial de seu chamado tinha se cumprido quando o ministério de Jesus começou.


Tem coisas que fazemos e somos honrados por Deus por um tempo, fora do tempo do Senhor corremos o risco de perder a cabeça, morrer por um proposito e digno, mas morrer por teimosia não vale apena.


A tempo para tudo, tempo de trabalhar e tempo de descansar, tempo de ser guiado por alguém e tempo de guiar pessoas, fico preocupado quando percebo que nossa identidade muitas vezes na vida de uma pessoas acaba ofuscando a de Jesus, nossa missão e levar as pessoas ate Jesus e após ser um conselheiro, amigo, pai, irmão, mas entender que algumas coisas já não me diz respeito, pois afinal  todos temos o Espirito Santo e ele vai nos levar a um crescimento e maturidade para viver o que e nosso proposito junto ao Pai.


Só que o meu proposito tem que estar ligado ao de outra pessoas, sempre foi assim e juntos formamos a igreja gloriosa de Cristo. Para resumir você sabe quem você e em Cristo Jesus? Qual seu chamado? Seu proposito nesta terra? Qual sua tribo?



Responda essas perguntas e muita coisa em tua vida vai mudar, muito que não fazia sentido em tua caminha vai fazer sentido e muitos erros serão corrigidos.



João Campos

quinta-feira, 23 de março de 2017

RESTAURANDO AS BASES


Alguns anos vejo o Senhor trazendo entendimento e revelações necessárias sobre alguns princípios estabelecido por Ele, um deles e  o trabalho e o chamado de pessoas que Ele escolheu para servir sua igreja através dos cincos ministérios, e outro e a função de um pai espiritual na vida de uma filho de Deus.

Primeiro precisamos entender quem e filho? Pela palavra filho de Deus e todo aquele que nasceu através de Cristo, não tem como um ser humano natural nascido apenas de forma natural ser filho de Deus se não for através de Jesus Cristo. João 1:11 - Ele veio para o que era seu, mas os seus não o receberam. 12 - Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, ou seja, aos que crêem no seu Nome; 13 - os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.

Essa verdade não foi estabelecida por normas ou regras humanas ou princípios religiosos, é uma lei espiritual, no Reino de Deus quando nasce um filho dEle esse filho passa a ter um proposito e um compromisso com Seus planos, que será revelado a este filho no decorrer de seu crescimento e amadurecimento junto ao Pai celestial nesta terra.

Deixe-me por meu ponto de vista sobre uma fala que escuto muito em nosso meio, em minha opinião não tem como um apostolo, pastor,  etc..., gerar filhos espirituais, pois filhos espirituais são gerados por Deus através da obra do Primogênito. Neste caso o que na verdade são os pais espirituais?

São homens maduros, experimentados, que já nasceram em Cristo e agora assumem o compromisso de cuidar de um recém-nascido, de um grande projeto de Deus nesta terra, mas que ainda e um menino e precisa de cuidados na verdade são pais adotivos levando em conta que o verdadeiro pai e Deus.

Qual o maior exemplo de paternidade espiritual na bíblia em minha opinião, Jose o pai terreno de Jesus.  Quando José recebeu do Senhor a incumbência de cuidar de Jesus ele abriu mão de muitos projetos pessoais, de muitos sonhos para cuidar do Filho de Deus.

E como foi bem sucedido este homem, pois percebemos que Jesus como homem chegou ate a herdar a profissão de seu pai terreno. A todo instante nasce filhos de Deus através da obra do Filho no calvário, e através do útero terreno a igreja, e assim como foi com Jesus o Senhor tem escolhido homens e mulheres segundo o Seu coração para cuidar destes filhos.

Por regra natural quem deveria ser esses pais espirituais? O mais adequado e que os pais biológicos sejam os pais espirituais desses filhos do reino, pois e a obrigação de todo crente nascido em Cristo crescer e amadurecer para ser útil a Deus nesta terra, e uma das funções de um pai biológico e ser pai espiritual de seus filhos, quando vejo que outras pessoas acabam assumindo a paternidade sobre um filho de Deus e esse filho não e seu filho biológico, percebo que ou isso ocorreu por que esse pai biológico ainda não ter aceitado Jesus ou também e um recém nascido e precisa de cuidados no mundo espiritual, mas quando falamos de homens que já são maduros e ate mesmo cuidam de pessoas em igrejas locais, a uma quebra de principio não serem pais espirituais desse filhos biológicos, pois e a obrigação de um pai crescer e amadurecer por amor a seu filhos e sua família.

Quando falamos de igreja precisamos entender que igreja começa na casa, o marido tem responsabilidade sobre sua esposa e o casal tem responsabilidade sobre seus filhos, isto e um princípio do reino, o mundo vive na era da terceirização e no meu cristão também esta dessa forma, nos assumimos um compromisso firmado com Deus para cuidar de nossa família e muitas vezes não cumprimos esse chamado, mesmo assim achamos que estamos prontos para cuidar dos filhos dos outros!

A maior restauração que o Senhor esta fazendo nesses dias e sobre base a estrutura familiar, se não aprendermos sobre isso não vamos poder avançar como uma igreja madura, a igreja como útero de Deus nesta terra tem gerado filhos para o Pai, mas esses filhos precisam de pais terrenos que cuide deles até que amadureçam e possam cuidar de outros.

Todo filho precisa de um pai? Sim com certeza. Mas deixe-me corrigir algo pelo menos em meu ponto de vista, pai de medico precisa ser medico? Pai de engenheiro precisa ser engenheiro? Não ele precisa ser pai, dar segurança, trazer correção quando necessário, recurso financeiro por um tempo, estar presente sempre que o filho precisar.

Necessariamente um pai de um apostolo não precisa ser um apostolo, mas precisa ser um grande homem de Deus um referencial para esse apostolo, assim como um pastor, evangelista, mestre, profeta, não precisam ser filhos de pessoas com o mesmo chamado, mas precisam de um referencial para não desanimarem em meio a tamanho caos que vivemos.

Acredito sim que no decorrer da caminhada assim como na vida natural vamos precisar de outras pessoas para nos equipar, assim como um medico precisou de um professor de medicina para ele se formar, pois seu pai biológico não tinha como equipa-lo nesta área, vamos precisar de pessoas genuínas que carregam sobre si a habilidade e unção para que possamos crescer em nosso ministério e propósitos junto a Deus.

Para finalizar vou dar um exemplo deste na bíblia, Davi era o rei escolhido por Deus, mas precisou ser equipado, treinado para ser rei por alguém que tinha habilidade e conhecimento de como era ser rei, pois ate então era um pastor de ovelhas não tinha sido treinado para ser rei pelo seu pai biológico, pois ele não detinha este conhecimento. Jonatas o príncipe por direito treinado e equipado para ser rei quando reconheceu que Davi tinha sido levantado por Deus para reinar no lugar de seu pai Sau e não ele, Jônatas serviu a Davi com seu conhecimento, habilidade e armas e tudo mais que possuía para ser o próximo rei, sabia que ao servir Davi estava servindo o próprio Deus. 1 Samuel 18:1- Depois dessa conversa de Davi com Saul, surgiu tão grande amizade entre Jônatas e Davi que Jônatas tornou-se o seu melhor amigo. 2 Daquele dia em diante, Saul manteve Davi consigo e não o deixou voltar à casa de seu pai. 3 E Jônatas fez um acordo de amizade com Davi, pois se tornara o melhor amigo de Davi. 4 Jônatas tirou o manto que estava vestindo e deu-o a Davi, junto com sua túnica, e até sua espada, seu arco e seu cinturão.

Em outro momento voltamos a falar sobre titulo e vocação, pois e outra confusão em nosso meio, uma coisa e termos um titulo de pastor outra e sermos chamados e vocacionados por Deus para tal oficio.

Todo chamado não esta ligado a uma recompensa ou uma honra pelos serviços prestados a uma comunidade local, mas sim a um chamado a uma escolha feita por Deus e não por homens, servimos como pastores, profetas, apóstolos, evangelistas e mestres em uma igreja que não e nossa, pertence a Deus. Um dia tudo isso vai acabar nesse dia o que vai ser levado em conta e se estamos fazendo o que Deus nos mandou fazer ou a comunidade local ou nos mesmo decidimos fazer.

Mas vamos deixar esse assunto para outro momento.


Fique na paz de nosso Senhor Jesus Cristo, de seu irmão em Cristo João Campos.

Restaurando as bases.


Alguns anos vejo o Senhor trazendo entendimento e revelações necessárias sobre alguns princípios estabelecido por Ele, um deles e  o trabalho e o chamado de pessoas que Ele escolheu para servir sua igreja através dos cincos ministérios, e outro e a função de um pai espiritual na vida de uma filho de Deus.

Primeiro precisamos entender quem e filho? Pela palavra filho de Deus e todo aquele que nasceu através de Cristo, não tem como um ser humano natural nascido apenas de forma natural ser filho de Deus se não for através de Jesus Cristo. João 1:11 - Ele veio para o que era seu, mas os seus não o receberam. 12 - Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, ou seja, aos que crêem no seu Nome; 13 - os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.

Essa verdade não foi estabelecida por normas ou regras humanas ou princípios religiosos, é uma lei espiritual, no Reino de Deus quando nasce um filho dEle esse filho passa a ter um proposito e um compromisso com Seus planos, que será revelado a este filho no decorrer de seu crescimento e amadurecimento junto ao Pai celestial nesta terra.

Deixe-me por meu ponto de vista sobre uma fala que escuto muito em nosso meio, em minha opinião não tem como um apostolo, pastor,  etc..., gerar filhos espirituais, pois filhos espirituais são gerados por Deus através da obra do Primogênito. Neste caso o que na verdade são os pais espirituais?

São homens maduros, experimentados, que já nasceram em Cristo e agora assumem o compromisso de cuidar de um recém-nascido, de um grande projeto de Deus nesta terra, mas que ainda e um menino e precisa de cuidados na verdade são pais adotivos levando em conta que o verdadeiro pai e Deus.

Qual o maior exemplo de paternidade espiritual na bíblia em minha opinião, Jose o pai terreno de Jesus.  Quando José recebeu do Senhor a incumbência de cuidar de Jesus ele abriu mão de muitos projetos pessoais, de muitos sonhos para cuidar do Filho de Deus.

E como foi bem sucedido este homem, pois percebemos que Jesus como homem chegou ate a herdar a profissão de seu pai terreno. A todo instante nasce filhos de Deus através da obra do Filho no calvário, e através do útero terreno a igreja, e assim como foi com Jesus o Senhor tem escolhido homens e mulheres segundo o Seu coração para cuidar destes filhos.

Por regra natural quem deveria ser esses pais espirituais? O mais adequado e que os pais biológicos sejam os pais espirituais desses filhos do reino, pois e a obrigação de todo crente nascido em Cristo crescer e amadurecer para ser útil a Deus nesta terra, e uma das funções de um pai biológico e ser pai espiritual de seus filhos, quando vejo que outras pessoas acabam assumindo a paternidade sobre um filho de Deus e esse filho não e seu filho biológico, percebo que ou isso ocorreu por que esse pai biológico ainda não ter aceitado Jesus ou também e um recém nascido e precisa de cuidados no mundo espiritual, mas quando falamos de homens que já são maduros e ate mesmo cuidam de pessoas em igrejas locais, a uma quebra de principio não serem pais espirituais desse filhos biológicos, pois e a obrigação de um pai crescer e amadurecer por amor a seu filhos e sua família.

Quando falamos de igreja precisamos entender que igreja começa na casa, o marido tem responsabilidade sobre sua esposa e o casal tem responsabilidade sobre seus filhos, isto e um princípio do reino, o mundo vive na era da terceirização e no meu cristão também esta dessa forma, nos assumimos um compromisso firmado com Deus para cuidar de nossa família e muitas vezes não cumprimos esse chamado, mesmo assim achamos que estamos prontos para cuidar dos filhos dos outros!

A maior restauração que o Senhor esta fazendo nesses dias e sobre base a estrutura familiar, se não aprendermos sobre isso não vamos poder avançar como uma igreja madura, a igreja como útero de Deus nesta terra tem gerado filhos para o Pai, mas esses filhos precisam de pais terrenos que cuide deles até que amadureçam e possam cuidar de outros.

Todo filho precisa de um pai? Sim com certeza. Mas deixe-me corrigir algo pelo menos em meu ponto de vista, pai de medico precisa ser medico? Pai de engenheiro precisa ser engenheiro? Não ele precisa ser pai, dar segurança, trazer correção quando necessário, recurso financeiro por um tempo, estar presente sempre que o filho precisar.

Necessariamente um pai de um apostolo não precisa ser um apostolo, mas precisa ser um grande homem de Deus um referencial para esse apostolo, assim como um pastor, evangelista, mestre, profeta, não precisam ser filhos de pessoas com o mesmo chamado, mas precisam de um referencial para não desanimarem em meio a tamanho caos que vivemos.

Acredito sim que no decorrer da caminhada assim como na vida natural vamos precisar de outras pessoas para nos equipar, assim como um medico precisou de um professor de medicina para ele se formar, pois seu pai biológico não tinha como equipa-lo nesta área, vamos precisar de pessoas genuínas que carregam sobre si a habilidade e unção para que possamos crescer em nosso ministério e propósitos junto a Deus.

Para finalizar vou dar um exemplo deste na bíblia, Davi era o rei escolhido por Deus, mas precisou ser equipado, treinado para ser rei por alguém que tinha habilidade e conhecimento de como era ser rei, pois ate então era um pastor de ovelhas não tinha sido treinado para ser rei pelo seu pai biológico, pois ele não detinha este conhecimento. Jonatas o príncipe por direito treinado e equipado para ser rei quando reconheceu que Davi tinha sido levantado por Deus para reinar no lugar de seu pai Sau e não ele, Jônatas serviu a Davi com seu conhecimento, habilidade e armas e tudo mais que possuía para ser o próximo rei, sabia que ao servir Davi estava servindo o próprio Deus. 1 Samuel 18:1- Depois dessa conversa de Davi com Saul, surgiu tão grande amizade entre Jônatas e Davi que Jônatas tornou-se o seu melhor amigo. 2 Daquele dia em diante, Saul manteve Davi consigo e não o deixou voltar à casa de seu pai. 3 E Jônatas fez um acordo de amizade com Davi, pois se tornara o melhor amigo de Davi. 4 Jônatas tirou o manto que estava vestindo e deu-o a Davi, junto com sua túnica, e até sua espada, seu arco e seu cinturão.

Em outro momento voltamos a falar sobre titulo e vocação, pois e outra confusão em nosso meio, uma coisa e termos um titulo de pastor outra e sermos chamados e vocacionados por Deus para tal oficio.

Todo chamado não esta ligado a uma recompensa ou uma honra pelos serviços prestados a uma comunidade local, mas sim a um chamado a uma escolha feita por Deus e não por homens, servimos como pastores, profetas, apóstolos, evangelistas e mestres em uma igreja que não e nossa, pertence a Deus. Um dia tudo isso vai acabar nesse dia o que vai ser levado em conta e se estamos fazendo o que Deus nos mandou fazer ou a comunidade local ou nos mesmo decidimos fazer.

Mas vamos deixar esse assunto para outro momento.


Fique na paz de nosso Senhor Jesus Cristo, de seu irmão em Cristo João Campos.restaurandoasbases

quinta-feira, 16 de março de 2017

PRECISAMOS DE CORREÇÃO.


Por Bob Mumford

Há dois versículos em Oséias 4 que são de rasgar o coração. Um é o versículo 6: “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei...” O nosso tema é: Correção, e não rejeição.

O outro é o versículo 17. Este é um versículo que me enche de temor. “Efraim está entregue aos ídolos; é deixá-lo”. Quero dizer uma coisa: A pior coisa que pode acontecer a qualquer homem ou mulher em qualquer situação é ser deixado. A primeira vez que eu vi este versículo, meu coração saltou dentro de mim e eu disse: “Ó Deus, não me deixes. Sei que sou perverso - um rebelde, um cabeça-dura. Mas, Senhor Jesus, não me abandones”.

Você já andou tempo suficiente na vida cristã para descobrir que é possível ser perdoado, porém não transformado? No entanto, a vida cristã não foi designada para ser a sucessão de um perdão após outro, onde você vai ao Senhor e diz “Senhor, perdoe-me”. E Ele diz: “Está bem, já o perdoei”. Depois você volta e diz novamente: “Senhor, perdoe-me”.

Será que é possível ser um cristão e um cabeça-dura ao mesmo tempo? É possível ser cristão e ser dominado pela vontade própria? Preste atenção. A palavra é correção, não rejeição. Uma das coisa que Deus está falando é a respeito de como entrar no relacionamento certo no Corpo de Cristo. É hora de entrar em “Koinonia” honesta, comunhão verdadeira, com outros irmãos e irmãs. Minha tendência natural quando alguém faz uma coisa que me desagrada é simplesmente cortá-lo da minha comunhão.

 E se você fizer algo que eu não gosto, corto você também! No fim digo: “Senhor, não sobrou ninguém! É só o Senhor e eu!” Mas o Senhor diz: “Se você vai entrar no relacionamento certo com seus irmãos e irmãs, terá que começar com a atitude de ‘Quero ser corrigido, e não rejeitado. Quero que você me diga onde estou errado. Quero que me ensine quando sou obstinado. Quero que as rebeliões interiores na minha vida sejam expostas para que eu seja mudado e transformado à imagem do Filho de Deus! Não me rejeite - corrija-me!‘“ Se eu tenho alguma percepção espiritual, esta é a palavra que estou ouvindo hoje através de todo o Corpo de Cristo.

Um velho pai tinha uma filosofia estranha quando seu filho era menino. seu filho não conseguia acreditar nela, até o dia em que também se tornou um pai. Ele dizia: “Filho este castigo vai machucar a mim muito mais que a você!” Depois ele tirava a correia e começava a surrar-me, da altura dos joelhos para cima... Depois de terminar seu filho lhe dizia: “Pai, o senhor tem certeza de que isto doeu mais no Senhor do que em mim?”

Muitos anos depois, quando este filho teve seu próprio filho, chegou a entender que há uma dor mais difícil de suportar do que a dor física. É a dor da alma e do espírito. Ela penetra quando machucamos um irmão em Cristo ou quando ele me fere. Ou sucede qualquer coisa que separa os membros do Corpo de Cristo plantando amargura e sentimentos feridos entre eles. Ela penetra também quando temos que chamar nossos filhos e corrigi-los. Nesta hora vamos sentir uma dor diferente daquela que vamos infligir neles. A dor que está dentro de nos pais é uma dor mais amadurecida, pior que a dor física. Nossos filhos vão chorar alguns instantes e a dor vai desaparecer. Ele vão nos abraçar depois, sai correndo e se esquece logo. A dor de um  pai, entretanto, permanece.

A disciplina é algo que precisamos acolher. A correção é algo que precisamos pedir. Começamos a ver a importância de dizer: “Irmão, corrija-me. Irmão, ajude-me. Pastor, discipline me”.  Mas geralmente nós dizemos o contrário: “Não quero ninguém mandando na minha vida e ordenando-me o que devo e o que não devo fazer”.

A Bíblia diz: “Buscai o reino de Deus”. A disciplina faz parte do reino. É algo que precisamos buscar. É algo que requer um desejo ardente da nossa parte. É algo que você precisa pedir do Corpo de Cristo. “Eu quero que você me corrija. Não quero ser rejeitado. E se você procura me corrigir e eu não aceito essa correção - o que acontece?

“Efraim” é o nome de carinho dado por Deus a Israel. O versículo que citamos diz: “Efraim está entregue aos ídolos; é deixá-lo”. Você gostaria que Deus o deixasse sozinho? Quem sabe você está cansado dos tratamentos de Deus na sua vida? Parece que Deus está sempre fazendo alguma coisa em você e você está em dúvida se quer ou não continuar nesta processo. Lembra-se: o juízo começa na casa de Deus!

Oséias 5:12,14: “Portanto para Efraim serie como a traça, e para a casa de Judá como a podridão. Porque para Efraim serei como um leão, e como um leãozinho para a casa de Judá: eu, eu mesmo os despedaçarei, e ir-me-ei embora; arrebatá-los-ei, e não haverá quem livre.

Deus esta falando aqui que vai tratar com a casa de Israel e de Judá como a traça e como um verme. Se depois disto, eles não lhe atenderem, então Ele tratará com eles como um leão - entrará no meio deles para rasgá-los e despedaça-los.

E depois disto, o que Ele fará? Versículo 15: “Irei, e voltarei para o meu lugar, até que se reconheçam culpados e busquem a minha face; estando eles angustiados, cedo me buscarão...”. Qual é o juízo final de Deus? Ele voltará a Seu lugar para esperar até que eles O busquem. Em outras palavras, Ele retirará a Sua unção, Sua glória, Sua presença. Voltará ao Seu lugar. Que aconteceu? Não aceitaram a correção de Deus e Ele os deixou sozinhos.

Retirou-se do meio deles. Abandonou-os. A disciplina de Deus é gradativa. Começa “de mansinho” e vai apertando. Senhor sabe como apertar a disciplina suficientemente para que você chore!

Oséias 6:4: “Que te farei, ó Efraim?” Sabe o que é isto ”Exasperação divina. Você já teve um filho que lhe causou exaspero? Muitas mães responderiam no afirmativo. Elas dizem: “Que posso mais fazer com esse menino? Já o castiguei, não o deixei comer, não o deixei passear - e o menino simplesmente diz: ‘Não tem problema’.” Você está vendo que Deus também tem filhos assim? Você pode ver que Deus está abrindo o Seu próprio coração conosco nestas passagens em Oséias?

Oséias 6:4: “Que te farei, ó Efraim”? Que te farei, ó Judá? porque o vosso amor é como a nuvem da manhã, e como o orvalho da madrugada, que cedo passa”. Quando você está na reunião, domingo de manhã, como você é espiritual! Mas chegando domingo à noite, você já caiu, já se desviou! A sua bondade é como o orvalho, está aí, mas no momento em que o sol aparece, ele desaparece.

Oséias 7:8: “Efraim se mistura com os povos, é um pão que não foi virado”. você já fez panquecas na frigideira? Você pode imaginar uma panqueca cozida somente de um lado, com borbulhas saindo do outro? Você acha que dá para comer? O Senhor está dizendo com isto: “Você está com coração dividido, ânimo dobre. Você não está realmente interessado nisto. Está apenas brincando de igreja.

Oséias 7:11: “Porque Efraim é como uma pomba enganada, sem entendimento”. Espiritualmente falando, Efraim é bobo, insensato. Ele não sabe o que está acontecendo. Um cego guiando outros cegos. Uma pomba enganada. Ele não tem os mesmos instintos que as outras pombas têm. Não sabe aonde deve ir e nem o que fazer.

Oséias 7:16: “Eles voltam, mas não para o Altíssimo. Fizeram-se como um arco enganoso”. Você está entendendo? O Senhor tem trabalhado em você, tem-no batizado com o Espírito Santo, ensinou-lhe os Seus caminhos e depois de tudo, lhe diz: “Quero que você vá testemunhar àquela senhora”. E o Senhor o coloca no Seu arco a fim de atirá-lo como uma flecha. Mas ao invés de seguir o caminho que Deus lhe ensinou, você se desvia para um lado e nunca faz aquilo que Deus queria. Um arco enganoso. Parece que é um arco, parece que deve funcionar, mas não funciona. É enganoso. Nunca faz aquilo para o qual foi designado.

Oséias 11:1-4: “Quando Israel era menino, eu o amei; e do Egito chamei o meu filho. Quanto mais eu os chamava, tanto mais se iam da minha presença; sacrificavam a Baalins e queimavam incenso às imagens de escultura. Todavia, eu ensinei a andar a Efraim; tomei-os nos meus braços, mas não atinaram que eu os curava. Atraí-os com cordas humanas, com laços de amor; e fui para eles como quem alivia o jugo de sobre as suas queixadas, e me inclinei para dar-lhes de comer”.

Estes versículos nos revelam o coração de Deus. O que é que Deus está falando com Efraim? Ele está dizendo: “Eu o amo. Eu vim a você quando você era um pecador. Eu o encontrei quando estava atolado em todo o seu pecado. Eu o apanhei nos Meus braços e fui Eu que lhe ensinei a andar e a entrar num relacionamento de amor comigo. Mas tão logo você aprendeu a andar, desviou-se atrás do seu próprio caminho”.

Oséias 14:1-9: “Volta, ó Israel, para o Senhor teu Deus, porque pelos teus pecados estás caído. Tende convosco palavras de arrependimento, e convertei-vos ao Senhor; Dizeilhe: Perdoa toda iniqüidade, aceita o que é bom, e em vez de novilhos os sacrifícios dos nossos lábios. A Assíria já não nos salvará, não iremos montados em cavalos, e não mais diremos à obra das nossas mãos: Tu és nosso Deus; por ti o órfão alcançará misericórdia. Curarei a sua infidelidade, eu de mim mesmo os amarei, porque a minha ira se apartou deles. Serei para Israel como orvalho, ele florescerá como o lírio, e lançará as suas raízes como o cedro do Líbano. Estender-se-ão os seus ramos, o seu esplendor será como o da oliveira, e sua fragrância como a do Líbano. Os que se assentam de novo à sua sombra voltarão; serão vivificados como o cereal, e florescerão como a vide; a sua fama será como a do vinho do Líbano. Ó Efraim, que tenho eu com os ídolos? Eu te ouvirei e cuidarei de ti; sou como o cipreste verde; de mim se acha o teu fruto. Quem é sábio que entenda estas coisas, quem é prudente que as saiba, porque os caminhos do Senhor são retos, e os justos andarão neles, mas os transgressores neles cairão”.

Que é que o Senhor está falando com Israel? Não é algo complicado. É muito simples. Ele está dizendo: “Ó Israel, se você apenas vier a Mim, Eu o amarei e lhe serei tudo de que você precisa e necessita. Eu o curarei, restaurá-lo-ei, lhe mostrarei o caminho.”

Chega ao ponto de dizer: “Que mais posso fazer por você?” Eu creio que esse é o clamor do Espírito de Deus para o Seu povo. O que aconteceu foi o seguinte. Israel continuou andando no seu caminho até que finalmente Deus rejeitou aquela nação do Seu plano. Não seria mais o instrumento para cumprir a aliança de Deus. Terminou por rejeição total. Por que isto aconteceu? Porque
Israel não aceitou a correção de Deus!

Ouça, ó Igreja! Há uma palavra que está saindo para o Corpo de Cristo nesses dias, que diz: “Ó meu irmão! Ó minha irmã! aprenda a aceitar a correção de Deus. Aprenda a receber a disciplina de Deus.” Será que você já amadureceu o suficiente para desejar agora que seu pai e sua mãe tivessem lhe aplicado mais disciplina quando você era criança? Sabe o que eu desejaria?

Desejaria que meus pais tivessem me disciplinado mais quando eu não fazia o meu dever de casa. Mas eles não entendiam isto. Ele não me amavam o suficiente para me disciplinar neste sentido. E provavelmente eu também não queria isto naquela época. Mas faltou-me a disciplina em certas áreas da minha vida. Agora que amadureci mais no Senhor, vejo como perdi uma das maiores bênçãos no mundo, que é: disciplina, correção, algo que vai me ajudar a ser transformado no meu interior, para que eu não viva toda a minha vida cristã, sendo perdoado - mas não transformado.

O que você está esperando que aconteça na sua vida no próximo ano? Não seria triste examinar-se daqui a um ano e descobrir que não houve nenhuma mudança no seu interior? Sabe o que estou esperando? Espero que daqui a um ano eu tenha de alguma maneira crescido, mudado, me ajustado, e amadurecido no meu interior, e que eu seja ajustado e amadurecido no meu interior, e eu seja assim, conforme à imagem de Cristo. Mas a única maneira em que isto possa acontecer é que alguém me ame o suficiente para me corrigir. “O que está fazendo com o seu dinheiro? Por que você está conversando desta maneira? Como está sua vida de oração? O que você está fazendo agora? Cuidado com a sua atitude, pois sinto que há amargura nela.” “Que é que você tem com isso? O Senhor conhece meu coração!” “Eu sei que o Senhor conhece o seu coração. Por isso mesmo Ele me enviou a falar com você!” “Ah, mas o Senhor me ama assim como eu sou!” “É verdade, mas ela não quer que você continue assim!”

Deus rejeitou Israel no fim, porque este rejeitara a correção. Eles voltavam e se arrependiam, dizendo: “Desta vez é para valer mesmo! Agora vamos ser espirituais”. Mas em pouco tempo tinham caído à mesma posição novamente. ( É claro que isto não ocorre conosco!)

Hebreus 8 : 8 – 10: Eis aí vêm dias, diz o Senhor, e firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá, não segundo a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os conduzir até for da terra do Egito; pois eles não continuaram na minha aliança, e eu não atentei para eles, diz o Senhor. Porque esta é aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor. Nas suas mentes imprimirei as minhas leis, também sobre os seus corações as imprimirei; e eu serei o seu Deus , e eles serão o meu povo.

O que é que o escritor aos hebreus quer dizer aqui? Ele está falando que na Velha Aliança o povo se recusou a andar na aliança de Deus. Mas ele diz que na Nova Aliança vai ser diferente. Na Nova Aliança Deus vai escrever a sua lei nas nossas mentes e nos nossos corações. Você sabia que este processo é doloroso?

Deus disse: Não te deixarei nem te desampararei. (Js 1:5). Ele está com você, mesmo quando não quer que Ele esteja! Você diz: “Deixa de me perturbar!”. E Ele responde: “Está bem, mas vou seguí-lo!” Ele é como um cão de caça treinado. Você pode fugir, mas incansavelmente Ele o perseguirá. E assim aprendo a dizer: “Meu Deus, corrige-me, mas não me rejeites! Transforma-me à tua imagem.

Faz em mim aquilo que for preciso, mas não me abandones!” A Nova Aliança tem um laço elástico de amor. E este laço vai dando voltas ao seu redor cada vez que você assume compromissos com o Senhor. Você diz: “ Senhor, eu te amo. Quero andar contigo. Vou ser um verdadeiro cristão!” E o Senhor responde: “Fale isto mais uma vez”. Enquanto isso, Ele está o envolvendo com Seus laços, dando volta após volta em torno da sua vida.

A Nova Aliança não está baseada na fidelidade do homem e sim na fidelidade de Deus. Deus diz: “Uma vez em que você e Eu firmamos uma aliança, Eu estarei atrás de você dia e noite. Vou tratar com seu serviço; vou tratar com seus hábitos de motorista; vou tratar com seu casamento; vou tratar com seu lar; vou tratar com seu relacionamento com seus filhos; vou tratar com suas finanças; vou tratar com seu relacionamento comigo; vou tratar com seu relacionamento com seus irmãos e irmãs.”

Quando vejo tudo isto, eu digo: “Puxa, se for tratar com tudo isto, vai ser fogo!” E Deus responde: “Pois é, agora você está entendendo o processo”.Hebreus 12:1 – 3: Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso, e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos com perseverança a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso de ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus. Considerai pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não fatigueis, desmaiando em vossas almas.

Que significa desmaiar em sua alma ou desmaiar em sua mente? É mais ou menos assim: “Pastor, não dou mais conta de prosseguir. Não consigo continuar na vida cristã. É difícil demais!” – e a pessoa começa a chorar. Ela está desmaiando em sua mente. Sabe que nome dou a essa condição? “Lágrimas de rebelião!”

Uma coisa que não consentimos que Deus faça em nós é transforma-nos. Queremos todas as coisas boas, todas as bênçãos, e ao mesmo tempo continuar seguindo o s\nosso próprio caminho. O Senhor diz: “Não, você não está entendendo. Quero escrever as minhas leis em sua mente”. Isto significa que Ele irá abrir a minha cabeça com um serrote para pôr a Sua lei lá dentro! E não é uma cirurgia anestesiada! Você já passou alguma vez por uma disciplina do Espírito Santo em que o Senhor lhe ensinasse uma coisa de maneira tão real que você nunca mais conseguisse esquecê-la? Você nunca mais precisará de alguém para lembrar lhe daquilo!


O Senhor disse que vai escrever as suas leis nos nossos corações e nas nossas mentes. Em outras palavras, Ele não só vai nos perdoar, mas também vai nos transformar. E ninguém pode ser transformado sem punição ou correção. Você nunca vai mudar se não receber a disciplina do Senhor.